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07/08/2015

Vale do Anhangabaú em discussão

Um diálogo aberto a favor da requalificação do Centro foi iniciado de forma a buscar incentivar a sua ocupação e o seu uso



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Em 2013 foi iniciado um diálogo aberto entre a prefeitura e os paulistanos a favor da requalificação do Centro. O objetivo foi incentivar a sua ocupação e o seu uso, transformando os espaços públicos em lugares atrativos na vida cotidiana. O processo participativo resultou na implantação do programa Centro Aberto, com mais de 90% de aprovação e nos projetos de renovação dos calçadões e do Vale do Anhangabaú, este último, espaço simbólico de toda a metrópole.

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Para que esta transformação se torne realidade, foi desenvolvido para o Anhangabaú um projeto que contempla o respeito à escala humana, o resgate de suas características históricas, a melhoria dos acessos, a ativação de suas fachadas e a instalação de equipamentos de lazer e apoio. Cafés, floriculturas, sanitários, ludoteca, atendimento social e posto de informações turísticas, entre outras atividades, farão parte da vida cotidiana do Vale. Fortalecendo a sua característica de porta de acesso ao centro, o projeto do Vale qualifica as conexões com os meios de transporte público: metrô, ônibus, com os espaços culturais da cidade: museus, cinemas e teatros; além dos edifícios de escritório ao seu redor.

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A infraestrutura do Vale foi pensada para garantir a acessibilidade de todos, o conforto do espaço com a qualificação da arborização, a melhoria da iluminação para segurança dos usuários, a racionalização do sistema de energia e telecomunicações garantindo o desenvolvimento das atividades e a eficiência do sistema de drenagem e reaproveitamento da água.




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Comentários

  1. Esqueçam o “eixo São João” pois esse eixo já morreu há muito tempo. O eixo mais importante é o Santa Ifigênia – SãoBento X Praça da Bandeira. O partido escolhido no projeto do Anhangabaú está errado. O partido correto é o de fortalecer as franjas dessas duas extremidades. A P Bandeira e A Sta Ifigênia nem foram considerados nessa atual projeto.

  2. Djalma Navarro dos Santos em disse:

    Gostaria de saber como a Secretária irá trabalhar a questão da função social dos imóveis que estão desocupados nessa região de “revitalização”,pois os prédios devem ser ocupados pelas famílias que ali já se encontram, ao invés de a Prefeitura promover a gentrificação que expulsa e promove a transformação para a alegria e contentamento de empresários ligados à construção civil e os empreendimentos imobiliários e incorporadores. Promova a transformação urbanística para as pessoa,não para a especulação imobiliária porque creio que a gestão Haddad (2012-2016)tenha uma visão ampliada do uso da Cidade pela e para as pessoas(vide Plano Diretor).

  3. Breno dos Reis em disse:

    O Anhangabaú necessita urgentemente dessa requalificação. Tem gente reclamando dos gastos aqui mas adora tirar fotos nas lindas praças européias. Vai ficar ótimo de devolver vida à região.

  4. Celso Aparecido Sampaio em disse:

    A prefeitura cancelou a apresentação programada para julho passado acerca dos Planos para o Vale, gostaria de saber quando será remarcada a nota data?

  5. Mirko Burgos em disse:

    Concordo com a ABAP – Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas Núcleo SP que “manifesta seu repúdio à proposta de substituição completa do projeto paisagístico do Vale do Anhangabaú. O projeto do arquiteto Jorge Wilheim e da arquiteta paisagista Rosa Kliass foi vencedor de concurso público e desenvolvido com rara qualidade, tanto de projeto como de execução. Ao longo dos anos a municipalidade não fez a gestão e a manutenção que seriam desejáveis de forma constante. Os espelhos d´água há muitos anos não funcionam e não seria razoável trocá-los por outros. Outros espaços públicos da cidade têm carências imensas e, neste contexto, o descarte completo do projeto do Vale do Anhangabaú também não se justifica financeiramente.
    Antes de qualquer nova obra, pedimos que a prefeitura busque aproveitar o projeto existente dentro de um novo programa de gestão e animação. E que lhe dê a devida manutenção”

  6. Ana Carolina Adriano em disse:

    O Largo da Memória está incluído no Projeto? Ele é tombado como patrimônio histórico, mas está em total abandono, com o obelisco e o pórtico pichados. Esse descaso e a falta de um projeto de iluminação deixam essa área de intenso fluxo de pedestres muito perigosa.