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09/03/2018

PIU Nações Unidas em consulta pública. Participe!

Disponível no Gestão Urbana, a ferramenta apresenta o projeto de desenvolvimento da área pública localizada em Pinheiros e que terá dois lotes oferecidos em troca do terreno que será implantado o Parque Augusta.



A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento – SMUL e da São Paulo Urbanismo, lança consulta pública para o desenvolvimento do Projeto de Intervenção Urbana – PIU da Zona de Ocupação Especial – ZOE Nações Unidas.

Disponível no Gestão Urbana, a ferramenta é uma oportunidade para conhecer o que está sendo proposto e dar contribuições. É possível baixar mapas, o diagnóstico socioterritorial da área estudada e o programa de interesse público, que trazem questões urbanas a serem enfrentadas.

 

 

 

PIU Nações Unidas
O Projeto de Intervenção Urbana (PIU) Nações Unidas vai definir o desmembramento de uma área de 152 mil m², de propriedade da Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado, localizada na confluência das Av. das Nações Unidas (Marginal Pinheiros) e Av. Frederico Herman Jr.

O Projeto inicia a consolidação e, servirá de parâmetro de avaliação, para que a Prefeitura de São Paulo realize permuta do lote 1 e 2 desta área – que abrange 40.850m² e é atualmente ocupada pela Prefeitura Regional de Pinheiros -, com o terreno do futuro Parque Augusta, localizado entre as ruas Augusta, Caio Prado e Marquês de Paranaguá, de propriedade privada. O acordo viabilizará, dentre outras ações, a posse da área privada pela Prefeitura e a implantação e gestão – por dois anos – do Parque à custa dos atuais proprietários.

Esse terreno da Marginal de Pinheiros se encontra em uma Zona de Ocupação Especial (ZOE) e, conforme a legislação atual, deverá ser objeto de um PIU que estabeleça, entre outras diretrizes urbanísticas, melhorias das condições viárias, privilegiando pedestres, ciclistas e o uso da infraestrutura de transportes (Linha 4 Amarela do Metrô e Linha 9 Esmeralda da CPTM, além do terminal Capri da SP Trans); aumento de áreas permeáveis e áreas verdes, praças e outros locais de convívio público; instalação de equipamentos públicos, como creches e UBS;  implementação de novos mobiliários urbanos e definição do coeficiente de aproveitamento de suas futuras  edificações.

No acordo de permuta que se pretende consolidar entre a Prefeitura e os proprietários do terreno do Parque Augusta, haverá contrapartida de equipamentos públicos à Prefeitura, a fim de que haja equilíbrio financeiro entre os empreendimentos. É importante lembrar que esta área, bem como seu desenvolvimento futuro, deverá atender às diretrizes urbanísticas do Plano Diretor Estratégico – PDE; da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo – LPUOS em vigor; dos Planos Regionais das Prefeituras Regionais, no caso Pinheiros, além das leis que regem a Operação Urbana Consorciada Faria Lima – OUCFL.

 

 

 

 




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Comentários

  1. Esta área merece ser pensada no todo, e não fracionada.
    Vizinha de um raro encontro de ônibus, trem e metrô, tem tudo para ser habitação de interesse da sociedade. Inclusive recursos carimbados da operação urbana da fatia Lima.
    Pinheiros tem 300 mil habitantes e a população flutuante chega a dois milhões por dia. A demanda por habitação é enorme. Precisamos de um Jardim Edite ou Júlio Prestes ali, isto é, habitação com outros equipamentosintegtados públicos integrados.

  2. Minha Solicitação para que a Praça Valdir Azevedo venha a ser transformada no PARQUE VALDIR AZEVEDO. Elaborei-o durante a minha participação no COMITÊ TÉCNICO URBANO DE PINHEIROS. ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE PINHEIROS.

    A praça Valdir Azevedo, assim batizada em homenagem ao aclamado compositor de chorinhos, é também conhecida como Mirante de Pinheiros. Está localizada no ponto convergente entre as Avenidas Cerro Corá e a San Gualter.
    A praça é frequentada na maior parte do tempo por idosos que atraídos pela seu bucolismo, que praticam ali suas caminhadas matinais, sendo que durante o dia recebe os moradores da região, caminhantes de todas as idades.
    É comum identificarmos também transeuntes que inadvertidamente chegam ali por não resistir ao tal sombreado oásis inserido na paisagem urbana, e que adentrando, acabam se fascinando também pelo mirante que descortina uma vista deslumbrante sobre a região de Pinheiros, sendo possível alcançar a olho nu a silhueta dos prédios da Faria Lima.
    É uma praça arborizada, cuja pista de caminha é margeada por belíssimas árvores frondosas e interessante traçado em escadarias que une os três níveis do terreno.

    A Valdir Azevedo é separada do Retiro Espiritual das Irmãs Salesianas Nossa Senhora das Graças, pela Rua Japuanga, uma travessa com pouco tráfego que delimita a praça frontalmente.
    O entorno mantém a aparência de razoável tranquilidade em função de o terreno acidentado da região ter gerado um traçado curvilíneo nas vias públicas, sendo que algumas não têm saída e outras acabam em escadarias.
    Embora situada entre duas avenidas movimentadas, a praça é em uma Unidade Ambiental de moradia que atende ao preposto de “Ilha de Tranquilidade”, podendo ser enquadrada em inúmeras seções do Plano Regional Estratégico da Subprefeitura de Pinheiros citados no Anexo XI, do Livro XI.
    Especificamente no Capitulo 1, que trata “Dos Objetivos da Política de Desenvolvimento Urbano e Ambiental da Região”:
    Art.1° – Que afirma que o Plano Regional visa a correção dos desequilíbrios, e busca alcançar a requalificação e o desenvolvimento por meio de ações através de projetos de lei específicos.
    Art. 2° – São objetivos de desenvolvimento urbano ambiental:
    l. Viabilizar o amplo acesso e a mobilidade dentro da estrutura urbana da cidade;
    ll. Viabilizar a manutenção da infra-estrutura e a conservação do meio ambiente.
    V. Aumentar a qualidade de vida dos cidadãos e a sustentabilidade do desenvolvimento;

    Características, deficiências do espaço público:

    * Ao lado, pela Avenida cerro Corá, há um ponto de ônibus muito bem servido de conduções para praticamente todas as regiões da cidade e para a estação de Metrô Madalena.

    *A iluminação amarela, ocasiona muitas queixas em função da pouca visibilidade que oportuniza. As lâmpadas foram instaladas em outras épocas, hoje a maioria se encontra dentro da copa das árvores.

    *Aos domingos as famílias veem com crianças e seus pets (Na foto, Ju e Jolie), fazem piquenique no gramado e se apropriam do espaço.
    Ju solicita que se instale banheiro e mais brinquedos no parquinho.

    *Recentemente a prefeitura instalou lixeiras que coletam recicláveis e há maior número de cesto ao longo da pista de caminhada, mas ainda são insuficientes.

    * O espaço é usado frequentemente como locação para gravação de programas, comerciais e novelas(neste dia, a novela Chiquititas).

    * O estacionamento é amplo e gratuito, fica na Rua Japunaga.

    *Embora muito frequentada, enfrenta problemas de temporadas de abandono na poda, limpeza e remoção de detritos, sendo somente a isso que poderemos designar como ação de conservação praticada ali.

    *O pequeno prédio onde inicialmente funcionaram os banheiros, fica junto a Av. San Gualter.
    Está lacrado e deteriorado-se visivelmente há mais de 06 anos, que o tempo que frequento o lugar.

    * No trecho baixo em que a pista de caminhada passa entre as árvores, ao lado de um dos mirantes, fica um labirinto de paredes de aproximadamente um metro de altura, era usado como banheiro dos moradores de rua, hoje os grupos de jovens praticantes de parkur tomaram conta do lugar nos finais de semana e o mau cheiro desapareceu.

    * O piso é antigo, de cimento rústico.
    Após as chuvas é comum que a lama que desce dos barrancos laterais a encubra em alguns trechos, o que não impede a prática dos caminhantes, já que o escoamento é ótimo e logo o chão está tão pisado que a lama secou.
    A pista mede aproximadamente 1 metro de largura, e encontra-se bastante avariada, especialmente onde ela está entre as árvores. Não oferece ambiente adequado para a circulação de cadeirantes.

    *Não há qualquer sinalização para deficientes visuais.

    *Existe a construção de dois grandes espelhos d’àgua que se encontram desativados e secos. É comum o uso de tais aparelho por músicos que veem praticar dentro deles usando a acústica diferenciada.

    *Funciona dentro da praça em um prédio que tem acesso por uma via central que permite a entrada de veículos, com a entrada pela Rua Japuanga, um centro de atendimento à famílias em situação de risco, o CEAF.
    Até que acontecesse a demanda por expulsar os viciados da região central denominada Cracolândia, a praça era muito pacata, e o funcionamento do Centro quase imperceptível, mas o fluxo de consumidores de drogas agora começou a aumentar e os habitues das caminhadas já declaram o receio de caminhar à noitinha, como era comum fazerem antes.
    O Mirante de Pinheiros fica sobre o prédio que abriga a Ong que atende ali famílias em situação de risco desde 1993.

    *A quadra de esportes encontra-se em péssimo estado de conservação, cercas derrubadas tabelas caídas, ninguém mais a usa, e ainda há pouco tempo um famoso jogador de futebol vinha jogar voley com os meninos, ali.

    *Não há elevadores que levem do Centro ao terraço/mirante.

    *As árvores são antigas e belas, são ornamentais e não identifiquei nativas, mas oferecem aspecto bastante saudável. A maioria está coberta pelo inço erva-de-passarinho. Quando acontece a queda de árvores ou grandes galhos, o pessoal da prefeitura chega a seguir para serrar os troncos, mas o da remoção demora a executar a remoção da madeira.

    *Estudantes da USP, há mais ou menos dois anos, fizeram uma campanha na praça solicitando que os frequentadores não alimentassem os pássaros, pois são aves de monitoramento e protegidas, já que em função do corredor verde que liga a USP à Praça Panamericana e da Praça Panamericana, pelas ruas San Gualter e pela Dona Anita Mendes de Morais, até a Valdir Azevedo e vice-versa, as aves registradas eram vistas tanto na USP quanto praça.
    Naquela época as estudantes trabalhavam na conscientização da existência do corredor verde com a melhor vocação, a declarada pela fauna.

    *Não existem bebedouros.

    *Existe apenas um orelhão, mas a VIVO já avisou o proprietário da banca de revistas que pretende removê-lo. Já removeu dois que ficavam ao lado da parada de ônibus na Cerro Corá.

    * Existem bancos ao longo de todo o passeio elevado que é onde ficam os balanços e aparelhos para alongamento, mas não há encosto em nenhum deles e não há bancos no restante do parque.

    * O local é muito desfrutado pelos frequentadores do CEDPS, que fica na quadra ao lado, que durante certo tempo tentou usar a praça como espaço para a prática do Tai Chi.

    Sem mais para o momento coloco-me a disposição para qualquer esclarecimento.

  3. O PIU pode criar um Espaço Público de qualidade, ligando a Frederico Hermann Jr. à rua Sumidouro e integrando-se ao Parque V.Civita e à estação Pinheiros do Metrô.
    Uma maneira de fazer isso é integrar a ciclovia da Frederico Hermann Jr. à Estação Pinheiros, abrindo passagem para bicicletas e para pedestres pelo MEIO do lote.
    Se precisarem de mais detalhes, estou à disposição.

  4. Nairton José Bádue em disse:

    O valor da érea total de Pinheiros tem potencial econômico e social muito maior que a área do parque Augusta, esta numa região já consolidada! A região da Paulista, embora de valorização crescente, perde para a valorização econômica e social na área de Pinheiros. A região de Pinheiro recebeu linha de metrô nos últimos anos enquanto a da Paulista já tem metrô a décadas. Não é viável para a cidade essa permuta!!! Não sou arquiteto muito menos urbanista mas vivo em São Paulo a mais de 45 anos. Já visitei Tókio, Nova Iorque e Buenos Aires. E acompanhei a venda de terrenos da prefeitura pela gestão PT, beneficiando o ramo imobiliário, nessa mesma região! Nem ponto de ônibus os novos moradores da Av Herrman Jr. toleram!!!

  5. Paulo Neto em disse:

    Entendo que existem demandas e ofertas. A Região é privilegiada em área ofertada, cerca de 40ha.
    As demandas superam as da população residente e ocilam em horário de pico (~2milhões).
    Faz-se necessário um planejamento de se setorizar o espaço público em parcerias público-privadas e abranger as necessidades de confluência de transporte e serviços com uso eco-ambiental de visão para uso 50 anos à frente.