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27/12/2018

Prefeitura lança consulta pública para o PIU Vila Leopoldina-Villa Lobos

A ferramenta participativa visa colher contribuições da sociedade civil ao aperfeiçoamento e consolidação do projeto antes de seu encaminhamento ao Legislativo Municipal



A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL) e a SP-Urbanismo, acaba de publicar consulta pública para o Projeto de Intervenção Urbana (PIU) Vila Leopoldina-Villa Lobos.

Disponível no Gestão Urbana, o conteúdo final do PIU e de seu Projeto de Lei tem objetivo de colher contribuições da sociedade civil ao aperfeiçoamento e consolidação do projeto antes de seu encaminhamento ao Legislativo Municipal. A consulta pública ficará aberta até 31 de janeiro.

Essa é a terceira consulta pública sobre o PIU. Já foram propostos nas duas primeiras consultas publicas ‘Diagnóstico Sócio Territorial da área estudada e o Programa de Interesse Público’ e ‘Proposta de Ordenamento Urbanístico, a Modelagem Econômica e o Modelo de Gestão Democrática’. Em 1º de novembro de 2016 foi realizada a primeira audiência publica e em 22 de maio de 2018 aconteceu a segunda audiência publica sobre o tema.

Clique aqui e contribua na consulta!

 

Saiba mais

Localizado na várzea da margem direita do Rio Pinheiros, no Distrito da Vila Leopoldina, junto à CEAGESP, à Ponte do Jaguaré e próximo dos Parques Cândido Portinari e Villa Lobos, o perímetro do Projeto de Intervenção Urbana Vila Leopoldina-Villa Lobos (PIU VL-VL) tem aproximadamente 492 mil m² e grande potencial de transformação.

No local há uma concentração de áreas passíveis de desenvolvimento em grandes glebas pertencentes a um conjunto relativamente reduzido de proprietários privados, o que deverá permitir uma maior agilidade na coordenação e implementação de intervenções de interesse público.

O presente projeto busca apresentar, entre outros ganhos, uma contribuição efetiva para solucionar as graves questões de precariedade habitacional de três comunidades situadas no perímetro do PIU: Da Linha, Do Nove e Cingapura Madeirite. Para isso, busca-se alterar os parâmetros urbanos definidos pela Lei de Zoneamento para o perímetro – com base nas novas disposições e incentivos introduzidos pelo Plano Diretor Estratégico –, a fim de potencializar os recursos, contrapartidas e compensações gerados pelo desenvolvimento privado.

O desejável reassentamento das famílias precariamente alojadas nessas áreas públicas, inadequadas para a ocupação, será potencialmente facilitada pela disponibilidade de diversas Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) no entorno do perímetro proposto, que dispõe de malha de transporte de grande capacidade como definido pelo Plano Diretor. Em contrapartida ao desenvolvimento privado, a proposta de manifestação de interesse inclui a construção de 776 unidades habitacionais e equipamentos públicos, como uma UBS, CEI, centro de acolhimento e centro de capacitação profissional, além de alterações viárias para que haja segurança ao pedestre e aos ciclistas.




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Comentários

    • Vanessa Roberta em disse:

      Te pergunto pq vai desvalorizar a vila Leopoldina? Pq são pessoas carentes, pq são pobres trabalhadores em busca de uma vida melhor amigo não tenha tanta soberba hoje vc pode está em cima amanhã pode está embaixo então não julgue para não ser julgado.

  1. Ana Kika Lanari em disse:

    Gostaria de saber qual a dificuldade da SP Urbanismo em Digitalizar todo o caderno administrativo do Projeto?Essa solicitação foi feita por moradores do bairro, me incluo neste pedido e TB formalmente pelo Conselho Participativo do bairro, no começo de 2018. Além disso, já foram sugeridos outros cenários e porque esses não são devidamente considerados e colocados em pauta? Porque desmembrar comunidades que nasceram juntas?! Porque não somar as forças para viabilizar o projeto em um terreno onde se é possível alocar a todos, próximo de onde sempre viveram e ainda proporcionar melhor estrutura? Qual a vantagem a Prefeitura qualifica no adensamento populacional em um terreno que visam contemplar o PIU e o Edital da PPP? O Extrangulamento do PIU no terreno proposto que contempla TB esse edital não estava previsto no início do mesmo. A população envolvida sabe que será desmembrada e os critérios estão claros para isso? Muitos pontos a serem esclarecidos e a necessidade de linguagem clara e de fácil entendimento. Assim como, reitero que a necessidade de acesso digital a tudo que envolve o projeto se faz muito importante para que esse tipo de intervenção, e está então seja realmente valida para todos. É sim um importante projeto e tem que acontecer. Não dá mais para viverem nas condições em que se encontram essas comunidades, mas tudo e todos tem que entender e serem considerados nesse projeto. Ponto importante, por favor, espero que possam realizar a reunião que ficou pendente com o Conselho Participativo Municipal da Lapa o quanto antes em 2019 e que esta seja na Vila Leopoldina. Para que assim seja possível viabilizar a participação de mais moradores do bairro junto aos seus representantes. Conto com o retorno e consideração. Mais uma vez, grata pela atenção.

  2. Eduardo em disse:

    Maior absurdo que estão fazendo com um bairro!!!!!!! Projeto irresponsável sem qualquer diretriz visando somente lucro empresarial. Vão destruir a vila Leopoldina. Bando de irresponsáveis! Adensamento do bairro sem qualquer estrutura!!!!!!!!!

    • Vanessa Roberta em disse:

      Pq e5ul absurdo , pq são pessoas carentes que necessitam de um lugar melhor e digno para se viver , pobres é humano tbm tem um mesmo direito que qualquer um outros cidadão.

  3. Welton Vieira em disse:

    Olá o projeto PIU Leopoldina e uma ferramenta eficaz para solucionar os problemas que a nossa cidade de São Paulo tem que e moradias irregulares em locais que são inapropriado e está ferramenta tem que ser adotada por mais empresas junto a prefeitura de São Paulo.
    E que as PPP sejam logo feita a transferência do terreno da CMTC para habilitação com mais pressa por que este problema das comunidades precisa ser solucionado o mais rápido possível .

  4. Jacqueline Sotanyi Araújo em disse:

    Para mim, estas consultas públicas são só para cumprir tabela. Já fizemos reunião no Conselho Participativo da Lapa e não tivemos retorno. Por que será???? Será que realmente querem ouvir as pessoas do bairro, suas reivindicações, suas necessidades????

  5. Paulo chaves moreno cortes em disse:

    O projeto é muito bom ser acontecer mesmo mas o que não colocarão em pauta ainda foi a parte financeira ser cabe mesmo no orçamento de todos os moradores ser não pesarem nisso muito vão vende o aluga os apartamentos como fizeram e fazem com o Cingapura virão moeda de negócios o apartamento

  6. carlos eduardo marinho em disse:

    acredito que a avenida av. imperatriz leopoldina deveria ser alargada em duas pistas com canteiro central
    e pelo menos uma rua travessa da avenida deveria ser uma avenida ate a avenida do Ceasa para um fluxo maior de carros
    e que o único acesso e avenida Mofarrej, acredito também que novos empreendimentos deveriam que contribuir socialmente para a parte carente da região como creches, reforma de escolas estaduais e municipais e ambulatórios médicos também. em contrapartida deveraim sim utilizar uma parte do ceasa para construir empreendimentos populares e não no miolo do bairro. Pois isso desvaloriza o bairro já um pouco saturado caso nao exista um projeto de alargamento de ruas e avenidas na regão pois o acesso ao bairro é muito precário de quem vem pela avenida cerro cora.

  7. carlos eduardo marinho em disse:

    acredito que a avenida av. imperatriz leopoldina deveria ser alargada em duas pistas com canteiro central
    e pelo menos uma rua travessa da avenida deveria ser uma avenida ate a avenida do Ceasa para um fluxo maior de carros
    e que o único acesso e avenida Mofarrej, acredito também que novos empreendimentos deveriam que contribuir socialmente para a parte carente da região como creches, reforma de escolas estaduais e municipais e ambulatórios médicos também. em contrapartida deveraim sim utilizar uma parte do ceasa para construir empreendimentos populares e não no miolo do bairro.