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27/12/2018

Prefeitura lança consulta pública para o PIU Vila Leopoldina-Villa Lobos

A ferramenta participativa visa colher contribuições da sociedade civil ao aperfeiçoamento e consolidação do projeto antes de seu encaminhamento ao Legislativo Municipal



A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL) e a SP-Urbanismo, acaba de publicar consulta pública para o Projeto de Intervenção Urbana (PIU) Vila Leopoldina-Villa Lobos.

Disponível no Gestão Urbana, o conteúdo final do PIU e de seu Projeto de Lei tem objetivo de colher contribuições da sociedade civil ao aperfeiçoamento e consolidação do projeto antes de seu encaminhamento ao Legislativo Municipal. A consulta pública ficará aberta até 31 de janeiro.

Essa é a terceira consulta pública sobre o PIU. Já foram propostos nas duas primeiras consultas publicas ‘Diagnóstico Sócio Territorial da área estudada e o Programa de Interesse Público’ e ‘Proposta de Ordenamento Urbanístico, a Modelagem Econômica e o Modelo de Gestão Democrática’. Em 1º de novembro de 2016 foi realizada a primeira audiência publica e em 22 de maio de 2018 aconteceu a segunda audiência publica sobre o tema.

Clique aqui e contribua na consulta!

 

Saiba mais

Localizado na várzea da margem direita do Rio Pinheiros, no Distrito da Vila Leopoldina, junto à CEAGESP, à Ponte do Jaguaré e próximo dos Parques Cândido Portinari e Villa Lobos, o perímetro do Projeto de Intervenção Urbana Vila Leopoldina-Villa Lobos (PIU VL-VL) tem aproximadamente 492 mil m² e grande potencial de transformação.

No local há uma concentração de áreas passíveis de desenvolvimento em grandes glebas pertencentes a um conjunto relativamente reduzido de proprietários privados, o que deverá permitir uma maior agilidade na coordenação e implementação de intervenções de interesse público.

O presente projeto busca apresentar, entre outros ganhos, uma contribuição efetiva para solucionar as graves questões de precariedade habitacional de três comunidades situadas no perímetro do PIU: Da Linha, Do Nove e Cingapura Madeirite. Para isso, busca-se alterar os parâmetros urbanos definidos pela Lei de Zoneamento para o perímetro – com base nas novas disposições e incentivos introduzidos pelo Plano Diretor Estratégico –, a fim de potencializar os recursos, contrapartidas e compensações gerados pelo desenvolvimento privado.

O desejável reassentamento das famílias precariamente alojadas nessas áreas públicas, inadequadas para a ocupação, será potencialmente facilitada pela disponibilidade de diversas Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) no entorno do perímetro proposto, que dispõe de malha de transporte de grande capacidade como definido pelo Plano Diretor. Em contrapartida ao desenvolvimento privado, a proposta de manifestação de interesse inclui a construção de 776 unidades habitacionais e equipamentos públicos, como uma UBS, CEI, centro de acolhimento e centro de capacitação profissional, além de alterações viárias para que haja segurança ao pedestre e aos ciclistas.




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Comentários

    • Vanessa Roberta em disse:

      Te pergunto pq vai desvalorizar a vila Leopoldina? Pq são pessoas carentes, pq são pobres trabalhadores em busca de uma vida melhor amigo não tenha tanta soberba hoje vc pode está em cima amanhã pode está embaixo então não julgue para não ser julgado.

  1. Ana Kika Lanari em disse:

    Gostaria de saber qual a dificuldade da SP Urbanismo em Digitalizar todo o caderno administrativo do Projeto?Essa solicitação foi feita por moradores do bairro, me incluo neste pedido e TB formalmente pelo Conselho Participativo do bairro, no começo de 2018. Além disso, já foram sugeridos outros cenários e porque esses não são devidamente considerados e colocados em pauta? Porque desmembrar comunidades que nasceram juntas?! Porque não somar as forças para viabilizar o projeto em um terreno onde se é possível alocar a todos, próximo de onde sempre viveram e ainda proporcionar melhor estrutura? Qual a vantagem a Prefeitura qualifica no adensamento populacional em um terreno que visam contemplar o PIU e o Edital da PPP? O Extrangulamento do PIU no terreno proposto que contempla TB esse edital não estava previsto no início do mesmo. A população envolvida sabe que será desmembrada e os critérios estão claros para isso? Muitos pontos a serem esclarecidos e a necessidade de linguagem clara e de fácil entendimento. Assim como, reitero que a necessidade de acesso digital a tudo que envolve o projeto se faz muito importante para que esse tipo de intervenção, e está então seja realmente valida para todos. É sim um importante projeto e tem que acontecer. Não dá mais para viverem nas condições em que se encontram essas comunidades, mas tudo e todos tem que entender e serem considerados nesse projeto. Ponto importante, por favor, espero que possam realizar a reunião que ficou pendente com o Conselho Participativo Municipal da Lapa o quanto antes em 2019 e que esta seja na Vila Leopoldina. Para que assim seja possível viabilizar a participação de mais moradores do bairro junto aos seus representantes. Conto com o retorno e consideração. Mais uma vez, grata pela atenção.

  2. Eduardo em disse:

    Maior absurdo que estão fazendo com um bairro!!!!!!! Projeto irresponsável sem qualquer diretriz visando somente lucro empresarial. Vão destruir a vila Leopoldina. Bando de irresponsáveis! Adensamento do bairro sem qualquer estrutura!!!!!!!!!

    • Vanessa Roberta em disse:

      Pq e5ul absurdo , pq são pessoas carentes que necessitam de um lugar melhor e digno para se viver , pobres é humano tbm tem um mesmo direito que qualquer um outros cidadão.

      • Eduardo C. Oliveira em disse:

        Tive uma doméstica que fingia morar em barraco de madeira, para ganhar apto da prefeitura.
        Disse que é uma pratica comum q inclusive eles revesam para fingir q tem gente morando.
        Deixando roupa molhada no varal. Resto de comida nas pias e fogao. Para qdo vem o fiscal da prefeitura.
        Me contou e eu vi com meus olhos, isto ali na linha do trem que vai pra estação Piqueri.
        A maioria vende os aptos. Basta procurar anuncios. Acebi demitindo a moça,pois descobri q me deu nome e doctos falsos.

  3. Welton Vieira em disse:

    Olá o projeto PIU Leopoldina e uma ferramenta eficaz para solucionar os problemas que a nossa cidade de São Paulo tem que e moradias irregulares em locais que são inapropriado e está ferramenta tem que ser adotada por mais empresas junto a prefeitura de São Paulo.
    E que as PPP sejam logo feita a transferência do terreno da CMTC para habilitação com mais pressa por que este problema das comunidades precisa ser solucionado o mais rápido possível .

  4. Jacqueline Sotanyi Araújo em disse:

    Para mim, estas consultas públicas são só para cumprir tabela. Já fizemos reunião no Conselho Participativo da Lapa e não tivemos retorno. Por que será???? Será que realmente querem ouvir as pessoas do bairro, suas reivindicações, suas necessidades????

  5. Paulo chaves moreno cortes em disse:

    O projeto é muito bom ser acontecer mesmo mas o que não colocarão em pauta ainda foi a parte financeira ser cabe mesmo no orçamento de todos os moradores ser não pesarem nisso muito vão vende o aluga os apartamentos como fizeram e fazem com o Cingapura virão moeda de negócios o apartamento

  6. carlos eduardo marinho em disse:

    acredito que a avenida av. imperatriz leopoldina deveria ser alargada em duas pistas com canteiro central
    e pelo menos uma rua travessa da avenida deveria ser uma avenida ate a avenida do Ceasa para um fluxo maior de carros
    e que o único acesso e avenida Mofarrej, acredito também que novos empreendimentos deveriam que contribuir socialmente para a parte carente da região como creches, reforma de escolas estaduais e municipais e ambulatórios médicos também. em contrapartida deveraim sim utilizar uma parte do ceasa para construir empreendimentos populares e não no miolo do bairro. Pois isso desvaloriza o bairro já um pouco saturado caso nao exista um projeto de alargamento de ruas e avenidas na regão pois o acesso ao bairro é muito precário de quem vem pela avenida cerro cora.

  7. carlos eduardo marinho em disse:

    acredito que a avenida av. imperatriz leopoldina deveria ser alargada em duas pistas com canteiro central
    e pelo menos uma rua travessa da avenida deveria ser uma avenida ate a avenida do Ceasa para um fluxo maior de carros
    e que o único acesso e avenida Mofarrej, acredito também que novos empreendimentos deveriam que contribuir socialmente para a parte carente da região como creches, reforma de escolas estaduais e municipais e ambulatórios médicos também. em contrapartida deveraim sim utilizar uma parte do ceasa para construir empreendimentos populares e não no miolo do bairro.

  8. Jorge Luis Nogueira da Silva em disse:

    Como os moradores deste projeto irão bancar cistos como IPTU que na região passa dos R$ 5.000,00??

  9. Felipe Romano em disse:

    Fica claro que o projeto foi feito para attender aos interesses de um grande grupo privado – Votorantim que quer utilizer os seus terrenos que hoje estão ocupados para lucrar com grandes empreendimentos imobiliários no future e onerando a população e o caixa da prefeitura.
    Querem usar um terreno contaminado para abrigar milhares de pessoas!? E os impactos urbanisticos e sociais deste adensamento de pessoas? E quando o Ceagesp sair do bairro, aonde estas pessoas irão trabalhar e buscar seu sustento? E a segurança no bairro? Como fica? Atualmente ja temos muitos problemas de pessoas sem teto e consume de drogas nas ruas e este problema pode ser potencializado se o projeto for feito desta maneira, alem de afastar novos investimentos no bairro. Não se trata de luta de classes, mas sim de entender o real interesse deste projeto e seus impactos. Com diálogo e envolvendo a todos impactados podemos chegar numa solucao que agrade a todos.

  10. Juliana Neves de Miguel Cury em disse:

    Além de não estar claro como será feita a descontaminação no terreno da SPTrans, não consigo entender a razão de priorizar um projeto desse que será diretamente influenciado e impactado com o PIU Arco Pinheiros e a possível saída da CEAGESP da região….

  11. Flavio Alberto em disse:

    O principal motivo do reassentamento das famílias é a Votorantim retomar as áreas que estão ocupadas pelas favelas próximas ao Ceagesp.
    O entorno de Ceagesp apresenta uma população de sem tetos e usuários de drogas cada vez maior; a ZEIS na Imperatriz Leopoldina não irá desvalorizar a região porque pessoas carentes irão para lá; vai desvalorizar porque a insegurança vai aumentar.
    Não existe nenhum planejamento ou esclarecimentos às pessoas do bairro sobre os impactos na região; apenas o interesse de determinadas empresas. Planos mais antigos e maiores como o PIU Arco de Pinheiros estranhamente se tornaram menos prioritários.

  12. Vanessa em disse:

    Gostaria de saber se os novos moradores irão pagar o mesmo valor de IPTU que pagamos nos condomínios vizinhos ou se passaremos a ter isenção de IPTU, afinal, iremos clamar por direitos iguais. A Prefeitura irá garantir a segurança de nossas famílias e empregados que circulam na região? Vai garantir que não se torne mais um ponto de venda de drogas assim como é no local onde moram atualmente?
    Com a saída do Ceagesp daqui, onde irão trabalhar?

  13. Adalberto B Costa em disse:

    A localização do possível empreendimento não faz o menor sentido (avenida Imperatriz Leopoldina). O terreno não é apropriado para moradias. Um terreno contaminado onde não há nenhuma explicação sobre a viabilidade técnica de descontaminação. Além de não ser o local adequado para tantas moradias que afetará diretamente a qualidade de transporte, segurança, saúde, devido um contingente maior que a região suporta.
    Além disso o prazo para as definições foram extremamente curtos, diferentemente de outros como de Arco de Pinheiros. Existem outros terrenos próximos com melhor localização e apropriados para esse tipo de projeto que possibilitariam uma quantidade maior de moradias.
    Existem tantas falhas de projeto (pratica do perímetro de parcelamento, dano ao erário a prefeitura…) que é impensável ir pra frente algo tão mal feito.

  14. Fernando Bacchin em disse:

    – Falta clareza em relação ao projeto de descontaminação do terreno da CMTC.
    – Não é claro, para a população, os benefícios financeiros concedidos a grandes corporações (Votorantim) em face a contrapartida dada ao bairro.
    – No bairro existem deficiências de saúde (falta de PS e Hospitais de qualidade) e de segurança (constante assaltos a moradores e condomínios). No plano apresentado pela Votorantim não é claro o benefício que será implementado no bairro em relação a esses tópicos.
    – Moradores atuais da comunicada da Linha e do Nove perderão seus direitos de usucapião em relação a terrenos de valores milionários. Entendo que as grandes corporações estão utilizando do desconhecimento dos moradores dessas comunidades para se beneficiarem economicamente.

  15. Flavia em disse:

    Não está claro como será feito o reassentamento das famílias, quais os custos que as famílias terão que pagar para suas mudanças e no decorrer dos anos.
    Uma das opções cita o reassentamento das famílias no terreno contaminado da SPTrans porém não há esclarecimentos sobre o processo de descontaminação e de adaptação da região para o recebimento das famílias.
    O projeto de lei solicita a possibilidade de aumentar o potencial construtivo em troca de construção de moradias para a população, porém o terreno que se pretende construir essas moradias é da prefeitura e também solicita-se a redução de impostos. Essa proposta levará um dano financeiro à prefeitura.
    Porque o PIU Vila Leopoldina com menor proporção foi executado primeiro que o PIU Arco de Pinheiros?

  16. Luís Gustavo Esteves Ferreira em disse:

    O presente projeto de lei é por demais genérico e não contempla as especificidades, tampouco os avanços e críticas formulados, ao longo de todo o trâmite do Projeto de Intervenção Urbana (PIU), pelos principais impactados pelo desenvolvimento do projeto, quais sejam: os moradores da Vila Leopoldina e entorno. Exemplificativamente, o PIU, de modo arbitrário (visando precipuamente à satisfação de interesses particulares), considerava apenas um único cenário (cenário A – terreno contaminado de propriedade da SPTRANS). Este genérico Projeto de Lei propositadamente não contempla quaisquer cenários, relegando o tema para um segundo momento em clara violação aos princípios da transparência e da gestão democrática da cidade, com inobservância ao disposto no art. 3º, III, do Decreto Municipal nº 56.901/16. Sem a definição precisa do território em que se instalarão os futuros moradores o atendimento dos requisitos previstos no art. 2º do Decreto Municipal nº 56.901/16 fica deveras prejudicado. Além disso, a simples leitura do projeto de lei evidencia uma série de inconsistências passíveis de discussão na via judicial, gerando insegurança e incertezas.

  17. José Américo N. Pinheiro em disse:

    “Interesses provados acima do interesse público. Mais um projeto infeliz com várias redações não claras sem docto oficial que aponte a viabilidade”. Sou morador do bairro e estou muito preocupado com como irá ser feita a descontaminação deste terreno além da desvalorização”

  18. Renato em disse:

    O PIU Leopoldina, devido à sua abrangência deveria ser mais discutido com a participação de todos da sociedade.
    A publicidade do projeto e as consequências das alterações deveriam ser mais eficientes.
    Além disso, há de se registrar que no passado houve a intenção de criar condomínios de grande porte de alto padrão para contrabalancear o perfil do bairro que era principalmente industrial e contendo algumas residências de classe média.
    Este projeto foi super vantajoso para a Prefeitura de São Paulo de certo que aumentou significativamente os recursos arrecadados com o IPTU de alto padrão.
    Entretanto, considerando que moro no bairro há 18 anos, não houve qualquer melhoria dos serviços públicos, por exemplo, permanece 1 única escola municipal e 2 postos de saúde nas proximidades do bairro.
    Portanto, há de se pensar em beneficiar, primeiramente, na melhoria das condições públicas dos atuais residentes, antes de se pensar nas alterações de aumento de densidade populacional previstas neste projeto.
    Importante destacar que no projeto não há um detalhamento de como será feita a descontaminação do solo na antiga garagem da CMTC, atual terreno da CET.
    Com relação ao envolvimento de grupos econômicos interessados neste projeto que podem ensejar vantagens ilícitas e a existência de condições propostas que podem resultar em dano ao erário público acarretam desconfiança no PIU Leopoldina que devem ser melhor esclarecidas.

  19. Anselmo Carvalho em disse:

    Por que o PIU Leopoldina foi lançado primeiro que o PIU Arco de Pinheiros, já que se trata de um projeto de menor alcance e poderia ser incorporado ao mesmo? Até porque esse modelo de parcelamento de perímetro não parece trazer benefício ao erário público, e sim prejuízo. Ainda, não há nenhum parágrafo dedicado ao processo de descontaminação do terreno da SP Trans. No mínimo estranho…Por fim, o perímetro de parcelamento proposto traz muitos questionamentos.

  20. Vinicius Martins Izidoro em disse:

    *** ALERTA AOS LEGISLATIVO MUNICIPAL E AOS ÓRGÃOS DE VIGILÂNCIA E MONITORAMENTO ***

    A Prefeitura de São Paulo não explicou e não fez qualquer esforço em tornar transparente e clara as principais alterações nesta Minuta de Projeto de Lei em relação ao que vinha sendo discutido e proposto, principalmente em relação ao Cenário A.

    Minha interpretação é que a situação de:
    (i) risco ao erário;
    (ii) falta de participação legitima da maioria da população diretamente impactada (mais de 90%);
    (iii) interesses privados a frente dos interesses públicos; e
    (iv) tantos outros problemas (legais, ambientais, urbanísticos, etc)
    foi DEMASIADAMENTE AGRAVADA.

    E o fato novo e mais grave (que desconhecíamos) é o CHEQUE EM BRANCO (com IMPACTOS ILIMITADOS) proposto pelo Executivo ao Legislativo com este projeto de Lei.

    Esse CHEQUE EM BRANCO está caracterizado pela criação de 2 etapas onde o grande problema (ou o CHEQUE EM BRANCO) está na Etapa II pois não limita a atuação do Poder Executivo. Isso porque a Prefeitura de São Paulo não se preocupou em realizar uma análise minimamente comparativa para confrontar o Cenário A com diversos outros Cenários (B, C, D e E que constam no caderno do PIU e também os Cenários F, G1, G2 e H que foram desenvolvidos pela população diretamente impactada com este projeto). Como “solução” para esse grave problema (de falta de análise comparativa e de falta de cautela mínima com o Erário) e por uma pressa notadamente do proponente privado, a Prefeitura de São Paulo decidiu propor ao Legislativo que, a seu critério, escolherá em qual terreno (ou qual Cenário) assentará a Favela da Linha.
    Desta maneira, esse projeto de lei deixa “óbvia” a aprovação da Etapa I (pois assentará a Favela do Nove no terreno do Proponente e revitalizará o Cingapura Maderite) mas, em contrapartida, exige um CHEQUE EM BRANCO do Legislativo para a Etapa II, de tal sorte que o Poder Executivo e o Proponente possam “atropelar”, sem limites, esse sensível processo (vide comentários que farei em algumas cláusulas desta minuta de P.L.).

  21. Ricardo Maitan em disse:

    É um absurdo que depois de tudo o que está acontencendo, o poder público continue com este descaso em relação aos temas ambientais.
    Muito estranho como um projeto frágil como este possa ser mantido pela prefeitura. Será por causa do interesse de grandes corporações?

    • Ricardo Maitan em disse:

      Complementando…. nao vejo motivo para desconfiar de nada…. gostaria apenas que todas às precauções fossem tomadas e todos os interesses fossem respeitados.

  22. Jair Argemiro de Bei em disse:

    Sabe-se que o terreno da SPTrans é contaminado por hidrocarbonetos, não está claro o procedimento a ser utilizado para descontaminação do terreno (como e de que modo).Qual o papel da CETESB na aprovação/liberação do terrreno para uso residencial?

    O que motivou o PIU Leopoldina ser executado prioritariamente sendo ele uma parte do PIU Arco Pinheiros que é mais abrangente e com projeto de lei aprovado anteriormente ?

  23. Luciana Campos dos Santos Bufani em disse:

    Sou Luciana, moradora da Vila Leopoldina há 16 anos. Muitos aspetos deste projeto me preocupam demasiadamente. Infelizmente é um projeto que não atende todos da região. A prática do perímetro de parcelamento traz muitas dúvidas. Como o terreno será descontaminado? Quem pagará por tudo isso? Por que as propostas da comunidade não estão sendo estudadas pela Prefeitura? São propostas muito interessantes atendendo aspectos sociais, ambientais, financeiros, dentre outros.

  24. Tatiana Cunha em disse:

    Não está claro a maneira e priorização do projeto. Também não fica claro como será feito a descontaminação do terreno.
    Quando se fala em Parcelamento, não fica claro o objetivo. O local não parece adequado para essa prática.

  25. Tatiana Cunha em disse:

    Não está claro a maneira e priorização do projeto. Também não fica claro como será feito a descontaminação do terreno.
    Quando se fala em Parcelamento, não fica claro o objetivo. O local não parece adequado para essa prática.

  26. rodrigo bacchi em disse:

    Está claro que o projeto beneficiará somente o interesse da Votorantim de pegar uma área degradada por um valor muito baixo e deslocar as pessoas necessitadas para uma outra região, ganhando muito dinheiro nessa operação. Porque não utilizam do mesmo terreno que vão construir o empreendimento deles para melhorar as condições de vida dessas pessoas ? Me parece que seria o mais lógico. Se tivessem realmente esse interesse, fariam dessa forma. Por esse motivo entendo que o projeto tem que ser rediscutido. Não sou a favor de projeto como foi apresentado….penso que o terreno da SPTrans não tem nada a ver com o assunto.

  27. Victor em disse:

    O projeto apresentado deixa inúmeras dúvidas sobre muitos pontos, como por exemplo, como vão descontaminar o terreno da SPtrans de forma confiável?
    Por esse entre muitos outros motivos não sou a favor!

  28. Eloisa em disse:

    Como será realizada a descontaminação do terreno da SPTrans?
    Nao seria mais preocupante ainda o dano ao erario a prefeitura diante desta nova modelagem?
    Por que o PIU com menos proporção foi realizado primeiro? (PIU Arco Pinheiros x PIU Vila Leopoldina)

  29. Emanuel Salgado em disse:

    Permanecem muitas dúvidas para que seja um projeto sustentado, principalmente relacionadas a danos ao erário municipal e continua sendo desconhecido como será feita a descontaminação do terreno da SPtrans.

  30. Emanuel Salgado em disse:

    Permanecem muitas dúvidas para que seja um projeto sustentado, principalmente relacionadas à proteção do erário municipal e continua sendo desconhecido como será resolvido o problema de contaminação do terreno da SPtrans.

  31. Bruno Acetoze em disse:

    Sou morador da Vila Leopoldina há mais de 5 anos. O bairro vive em um constante estado de abandono. As ruas são tomadas por lixo, fezes, entulho e urina. Pessoas que deveriam estar sob o cuidado do poder público são expostas a condições sub-humanas. As ruas estão completamente esburacadas e há um completo descaso. Apesar disso, o valor pago no IPTU é absurdamente desproporcional ao que os moradores recebem de volta. O Projeto PIU Leopoldina é apenas mais um retrato da completa dissociação entre a necessidade da população e a má-gestão municipal. A começar pelo completo e absoluto desconhecimento sobre SE, QUANDO e COMO será realizada a descontaminação do terreno contaminado da SP Trans. A Prefeitura ao invés de promover ações de cidadania e desenvolvimento humanitário do bairro, com implantação de novas unidades básicas de saúde, creches, livrarias, escolas, postos da guarda municipal, parques públicos, entre outros, propõe o adensamento populacional. Tal adensamento vem ainda como contrapartida de um enorme prejuízo ao erário público diante da nova modelagem proposta. A opção de venda por meio da determinação de um valor fixo a ser pago faz com que o prejuízo ao erário e portanto aos cidadãos paulistanos cresça à medida que o tempo passe e torna cada vez mais prejudicial ao poder público exercê-la e mais benéfico aos interesses privados.

  32. Mauricio Rossi em disse:

    Fica
    Muito fácil tirar o pessoal das suas moradias que atrapalham os negócios da Votorantin e colocar em um lugar que além de prejudicar o bairro no geral,coloca o povo em um terreno que é constatado poluído e impróprio para moradia,mande fazer testes na terra e comprovará a situação,quero moradia prática pessoas de baixa renda,porém existem lugares que não irao prejudicar ninguém nem acabar com a saúde dos moradors

  33. Valdomiro Pinheiro Jr em disse:

    Há muitos itens em aberto ainda. Questões relativas à arrecadação da Prefeitura, descontaminações, falta de documentos para análise, entre outros. Estes pontos precisam ser esclarecidos antes dos próximos passos.

  34. No momento atual do Brasil, onde estamos tentando nos recuperar deste caos econômico, em parte gerado por negociatas entre o setor público e privado, ver o que está sendo proposto no bairro Vila Leopoldina para atender os interesses do grupo VOTORANTIM é decepcionante. O grande intuito disto tudo é que referido Grupo empresarial, resgate “seus” terrenos para lucrar com grandes empreendimentos imobiliários, e para isto sem escrúpulo nenhum colocar pessoas para morar em um ambiente sabidamente contaminado e sem nenhum suporte adicional.
    Se o grupo VOTORANTIM é tão preocupado com o bem estar das pessoas do bairro, por que até o momento nada fez para ajudar os moradores de rua da região? Estão esperando o que? Por que se propõe a ajudar somente na base do troca-troca?? Está no hora do poder público deixar de se curvar aos interesses privados, e buscar atender os interesses de todos os seus cidadãos. Só assim construiremos um bairro, cidade e país melhor para todos.

  35. André Albo em disse:

    ***ALERTA***
    O principal problema deste projeto é colocar os interesses privados acima dos interesses públicos e, sobretudo, ambientais. Vejam o absurdo ocorrido recentemente em Brumadinho/MG, onde uma grande corporação visou somente seus interesses e negligenciou os temas ambientais – resultando em quase 400 mortes.
    O que a Votorantim tenta fazer na Vila Leopoldina é semelhante, pois vai colocar em risco a vida de inúmeras famílias ao construir moradias sobre um terreno notadamente contaminado e sem o devido cuidado com os temas ambientais. E se, daqui a alguns anos, essa contaminação resultar em crianças doentes e famílias prejudicadas? O ponto principal é este, o poder público sendo subserviente aos interesses econômicos de um determinado grupo e negligenciando o seu papel de fiscalização e proteção à vida das pessoas e o cuidado com a preservação do meio ambiente.
    Queremos clareza e transparência nos atos da prefeitura, que até agora deixa muito a desejar com este projeto.

  36. Patricia Orsetti em disse:

    Desconhecimento sobre de que modo e como será realizada a descontaminação do terreno da SPTrans.

  37. Maria Fernanda Mendes em disse:

    Mais uma vez o interesse privado esta acima do público nesse país. Esse projeto tem muitas falhas e mesmo assim continuam querendo dar continuidade a ele. Seguimos sem respostas para muitas questões descritas no projeto, principalmente quanto ao impacto gerado ao bairro com a vinda de tantas famílias. Além disso, já temos tantos outros problemas no bairro, como drogas, mendigos, prostitutas, falta de segurança, falta de energia, trânsito… E isso porque pagamos um IPTU bem caro! Tudo irá piorar! Não é justo que apenas a vontade de uma empresa seja beneficiada perante a todo um bairro que corre o risco de se deteriorar!!!!

  38. DANIELA CUNHA em disse:

    Visto o que ocorreu nas tragedias de Brumadinho e Mariana, esta claro que os interesses de empresas privada se sobrepoem aos interesses da população (com total omissao do Estado) , e neste projeto nao houve ate o momento um esclarecimento sobre o processo de descontaminação do terreno da SPTrans. Sem isto nao podemos concordar que o terreno seja utilizado para habitaçao!

  39. Francisco Murillo em disse:

    Quantas tragedias humanas e ambientais mais tem de acontecer para que o poder público respeite a vida das pessoas e se preocupe por um desenvolvimento digno e respeitando minimamente o meio ambiente? A prefeitura não pode ser cumplice destas praticas que beneficiam os monopólios empresariais (os poderosos e os políticos e assesores que se beneficiam com eles) as custas de prejudicar o resto. As recentes tragedias de Brumadinho e Mariana deveriam ser catalizadores desta mudança de atitude e principios por parte do poder publico e dos monopólios.E inaceitável que o terreno da SPTrans seja utilizado para habitaçao sem o esclarecimento sobre a contaminaçao!

  40. Jaime Luis de Quintal em disse:

    Projeto frágil com muitos pontos a serem melhor discutidos e esclarecidos
    De de que forma a descontaminação do terreno será realizado. Quais métodos e técnicas serão utilizados na descontaminação? Essas técnicas já foram utilizadas em algum outro projeto em São Paulo e qual o grau de eficácia?Para mim, a prática do Perímetro de Parcelamento não está suficientemente clara.
    Por qual motivo o PIU Arco Pinheiros não foi considerado anteriormente para estar alinhado ao PIU Vila Leopoldina desde o início mas sim somente agora que já temos o PL para o PIU Vila Leopoldina?
    Não está claro os impactos ao tesouro público.

  41. Gustavo em disse:

    A av imperatriz não comporta um aumento de fluxo desse nível sem reformulação das vias ao entorno. Quais são as obrigações da iniciativa privada envolvidas no projeto quanto a isso?
    Sem falar a falta de clareza nas condições do tereno e outras tantas.

  42. Flavio Correa em disse:

    Gostaria de entender porque o projeto preve um retorno financeiro para o contribuinte e prefeitura irrisório frente ao valor do local. Está claro que o maior beneficiário é a empresa que está fazendo a PPP. Enquanto isso moradores do bairro não são ouvidos quanto as suas preocupações de adensamento populacional, oportunidades de trabalho para esse moradores com a saída do CEAGESP do local atual nos próximos anos, como será feita a manutenção do PIU que um condomínio por exemplo com elevadores que demandam manutenção. entre muitas outras falhas. Além disso o PIU Arco Pinheiros que está a mais tempo em discussão e análises e é mais abrangente foi deixado de lado. Me preocupa bastante a condução desse processo e os interesses privados envolvidos. Gostaria de mais transparência e que um canal efetivo de comunicação com os moradores fosse aberto e não algo unilateral como está acontecendo.

  43. Hugo Quinsan Soares Pereira em disse:

    Muito duvidosa esse critério de parcelamento do perímetro, ao me ver o contribuinte será prejudicado e os moradores da vila leopoldina serão muito mais.

  44. Ricardo Rodrigues em disse:

    Em que pese o relevo do projeto, sua redação se apresenta de forma frágil, confusa e com uma série de lacunas, percebendo claramente o direcionamento do mesmo aos interesses privados. Neste sentido, seria prudente que a prefeitura, visando a melhor transparência de seus atos, e respeitando os interesses dos moradores e vizinhança, abrisse maior diálogo com a comunidade interessada.

  45. Renata em disse:

    Projeto irresponsavel!!
    Desconhecimento total sobre de que modo e como será realizada a descontaminação do terreno da SPTrans.
    Estão querendo colocar pessoas ali, a todos custo. Lamentável….

  46. Rodrigo Brandolis em disse:

    A Prefeitura não tem competência para levar essas pessoas pra lá!!! Vejam só o lugar onde elas estão!!! Muito bem localizado porém uma bagunça e cheio de ponto de distribuição de drogas!!! Pagamos um IPTU caríssimo , e não teremos mais um mínimo de segurança, pois não existe controle nessas habitações!!!! Lixo na rua, carros na calçada , um desmando geral

  47. Rodrigo Brandolis em disse:

    Não vejo nenhum projeto claro, sobre de que modo e como será realizada a descontaminação do terreno da SPTrans. É uma vergonha o que estão fazendo. Como será a saúde dessas pessoas???

  48. Leonardo de Abreu e Lima Florencio em disse:

    Entendo que este projeto causa dano financeiro à Prefeitura e ganho somente para setor privado (Votorantim), que irá se beneficiar da valorização de seus terrenos no local. Por que a Prefeitura não realiza um leilão para venda do terreno da SP Trans? Certamente iria arrecadar muito mais do que o suficiente para realizar construções das moradias populares.
    Além disso, como será inserido o PIU Vila Leopoldina dentro do PIU Arco Pinheiros, desenvolvido posteriormente? Como será realizada a descontaminação do Terreno da SP TRans? São muitas perguntas sem respostas. Estão tentando empurrar um projeto em benefício de empresas privadas que não é o melhor interesse para o erário público.

  49. LUCILIA ALCIONE PRATA em disse:

    Ocorrerá evidente projeção negativa/desvalorização sobre o valor das propriedades já instaladas no local e anteriores ao referido projeto, pois o valor do IPTU na Vila Leopoldina é um dos mais altos praticados, pergunta-se se a PMSP irá revisar esses altos valores de IPTU com a consequente desvalorização patrimonial dos imóveis? Ao contrário do alegado na reportagem não há rede pública de transporte eficiente nas imediações, sendo um dos locais de mais difícil acesso para outros bairros. Além disso a área não possui devido policiamento pois a tendência com número significativo de novas moradias é o aumento da criminalidade. Por fim cuida-se de área contaminada do ponto de vista ambiental, o que poderá gerar graves consequências para os novos moradores. Portanto, busca-se a solução de um problema gerando inúmeros outros para aqueles que já moram na Vola Leopoldina.

  50. Isabela Acetoze em disse:

    Muito confuso e pouco transparente esse PIU.
    Sensação de favorecimento às empresas interessadas em contrapartida ao cidadão que já mora no bairro e proximidades e paga tão alto IPTU.
    Ninguém mais fala sobre a contaminação do terreno da CET.
    E outra: por quê fazer primeiro o PIU Leopoldina e não o Arco Pinheiros?

  51. Isabela Acetoze em disse:

    Como colocar 776 unidades habitacionais nesse terreno tão limitado? Contaminado!
    O IPTU do morador das proximidades do terreno só aumenta, inclusive acima da inflação e as contrapartidas pro contribuinte são praticamente invisíveis.
    Pra não ser injusta, tirando o recapeamento da Av. Imperatriz Leopoldina, não se viu em um ano nenhuma outra benfeitoria na área.
    Esse PIU não tem pé nem cabeça.

  52. luciana valente em disse:

    Esta claro que existe interesse da Votorantim e que o interesse publico esta passando por cima. Me preocupa a ocupação e o baixo não tem estrutura para atender essas famílias. Morei na Freguesia do Ó e posso falar por experiência própria, não é fácil morar na vila leopoldina, onde o KG do pão francês é 15,00.. e o que mais me intriga é a Prefeitura e a Votorantim quererem colocar as pessoas num solo contaminado.. Isso os moradores de lá não estão interessados? Pq é melhor morar ali contaminado do que na freguesia do Ó ou na zona leste..

  53. Daniella Caverni Machado em disse:

    Este projeto está ainda muito confuso, preocupante e, sob meu ponto de vista, com muitas irregularidades sociais e jurídicas. Não temos qualquer menção à descontaminação do terreno, sua extensão e projeto de descontaminação (se é que existe algum projeto nesse sentido). Como pessoas morarão em um terreno assim?
    Além disso, entendo que o dano ao erário público, ou seja, ao dinheiro de todos os cidadãos e contribuintes está evidente neste projeto, ainda mais com a nova modelagem proposta!
    Este projeto não pode ser aprovado na forma como apresentado, ele não atende aos anseios da população que vive na região e continua privilegiando somente uma grande corporação interessada economicamente nos terrenos envolvidos.

  54. Marcio M Mariz de Oliveira em disse:

    Não está defindo como será feita e quem vai pagar pela descontaminação do terreno da SPTrans. Não é mais aceitável correr o risco de colocar pessoas morando em terreno contaminado.

  55. GUILHERME HENRIQUE DE CAMPLI MARTINS em disse:

    Como morador da vizinhança, tenho muitas dúvidas ainda sobre como é possível descontaminar o terreno (se o mesmo passou anos sem uso por esta causa, sendo usado apenas como depósito da CET).

    Soube também que a quantia a ser paga pelo vencedor é muito baixa em relação aos preços de terrenos similares, por que não ter preços competitivos? Pagamos um absurdo de IPTU por estarmos e vamos “vender” a preços mais baixos? Não podemos seguir assim.

    Existe o PIU Arco Pinheiros começou a ser discutido somente agora e é de maiores proporções, por que não entender como esses dois PIU´s podem ser trabalhados em conjunto? Todos sairiam ganhando.

  56. Fernando de Araujo Caramelo em disse:

    O projeto não é claro. Tem muitas partes em aberto, como por exemplo a descontaminação do terreno da CET. Não está claro o método a ser utilizado, prazo e custo para este trabalho.
    Também temos absurdo de tratarmos deste projeto antes do PIU Arco Pinheiros que é muito maior e mais relevante.
    Existem anexos indisponíveis (anexo 7) , assim como incompletos (anexo 5)
    Redistribuição de arrecadação da verba para o PIU Arco Pinheiros? O montante arrecadado não ficará no bairro? Absurdo!
    Potencial construtivo previsto no PIU é diferente ao legalmente aprovado Plano Diretor Estratégico, portanto está alterando o plano diretor?
    Falta atender a Lei Estadual 13.577/2009 onde diz que há necessidade de avaliação do risco do terreno para o uso pretendido e deve ser submetido à aprovação da Cetesb. Falta portanto um plano de intervenção para reutilização da área contaminada analisando a possibilidade de uso do terreno para fins residenciais.
    Além disso, já foram sugeridos outros cenários de implantaçãp e porque esses não são devidamente considerados e colocados em pauta?

  57. Denise Saragiotto em disse:

    Não concordo com este projeto o qual só beneficia a Votorantin, mais um descaso com a população em relação ao terreno contaminado,pois o que realmente está importando é a Votorantin!!!! gostaria de realmente saber o real motivo da Prefeitura deixar de receber tanto dinheiro. Estas pessoas podem ter suas moradias onde estão, as quais já mantem a posse do local!!
    A iminente desvalorização de nossos condomínios e entornos, os quais pagamos altos impostos para manter, sem nunca ter recebido nenhum benefício, tudo arcado com nossos orçamentos, principalmente a segurança!!!
    Qual a vantagem de se pagar um IPTU altíssimo e nosso vizinho ser isento?? O que justifica???

  58. Andres Felipe Gomez em disse:

    Não vejo transparencia na execução dos projetos é sim interesses privados como os da Votorantim onde vai se beneficiar com a liberação de terrenos para emprendimentos proprios onerando a população e a prefeitura. Por exemplo o PIU Arco de Pinheiros somente agora (quando temos o projeto de lei) começa a conversar com o PIU Vila Leopoldina sendo que é um projeto muito mais abrangente e ninguem consegue explicar porque um PIU com menor proporção foi executado primeiramente, a resposta é simples interesses privados.

  59. Ana Lucia Gil Pacchioni em disse:

    Lastimável esse projeto. Estou inconformada com um bairro em crescente uniformização quanto ao seu padrão de imóveis;
    e q possam efetuar um projeto que é inadmissível, sendo que temos tantos outros terrenos inclusive sem contamização do solo.
    Pago uma fortuna de IPTU, pra ter uma moradia popular sendo meus vizinhos. Joga-los em um terreno contaminado!!! Irresponsaveis.
    Ainda assim com a certeza de que muitos moradores farão do seu imóvel uma moeda corrente.

  60. Luana em disse:

    Sou moradora do bairro e não sou a favor desse empreendimento já que além do terreno estar contaminado, o local escolhido está muito fora do ideal pra ser feito esse projeto!

  61. Priscila Novaes em disse:

    Ainda não vi nada que explique como realmente será efetuada a descontaminação desse terreno. Ele sempre foi considerado impróprio até para ser uma praça, que dirá um condomínio de moradias. É correto expor centenas de famílias a esse risco só para atender aos desejos de uma empresa privada (Votorantim), que na realidade é a única entidade que está se beneficiando desse projeto fantasiado de benefício social?

  62. SELMA CASAGRANDE em disse:

    Concordo plenamente com este comentário
    O bairro já está sofrendo muito Com a sujeira, assaltos, pessoas sem emprego morando pelas ruas. Se tirarmos as pessoas de onde elas estão pra estar ainda mais longe do ceasa que é uma grande fonte de renda, sabendo que o prefeito doria quer tirar o ceasa. Onde estás pessoas irão trabalhar? Entendo os interesses da Votorantim que está com um novo negócio imobiliário, tentando ter lucro e com a comunidade ao lado será difícil atrair empresas. Mas com isso quem paga 1k de IPTU e já está instalado ter que arcar, acho muito complicado.

  63. Paula B em disse:

    O projeto de lei é extremamente generico e vago, passível de inumeras interpretações. Isso é preocupante, pois a afeta diretamente os interesses de todos os moradores da região, independente da renda ou localizaçao. A area foi simplesmente esquecida até hoje, é de se estranhar o interesse privado, sem que qualquer ação efetiva do interessado tenha sido executada até hoje (ou mesmo da própria prefeitura), sem contrapartidas…
    Importante um melhor detalhamento de como sera executado, locais propostos e quais os prazos de descontaminação da area, a construção das unidades habitacionais e equipamentos públicos (UBS, CEIs). Avaliados seriamente, comparado ao plano da prefeitura e subprefeitura nos próximos anos, pois não pode ser um plano isolado, sem a a participação e ativa fiscalização de todos os órgãos responsáveis.

  64. SELMA CASAGRANDE em disse:

    O IPTU aumentou mto e nossa propriedade desvalorizara mto.
    Nosso bairro já sofre com a sujeira e migrações de rua.
    Sei que eles precisam de ajuda mad não desta forma.
    A consulta é os esclarecimentos devem ser maiores e continuar.

  65. Fernando Assumpcao em disse:

    Nao esta claro como o terreno sera descontaminado e como isso impactara as familias que eventualmente serao alocadas ali. Um absurdo.

  66. Mércia em disse:

    Um projeto inadequado… Que com certeza visa favorecer alguns. Sem a menor preocupação. A Vila Leopoldina já não tem uma infraestrutura,principalmente no trânsito,trabalho e segurança.

  67. Ricardo Sucupira em disse:

    Lamentável o encaminhamento dado ao projeto sem a devida adequação de seu conteúdo. As diversas inconsistências de redação, exigências, estudo dos custos necessários, e da própria viabilidade do processo de descontaminação do terreno já seriam suficientes para impor o seu refazimento. Afora isso, se vê o direcionamento de privilégios à empresa Votorantin em detrimento do erário público, face a perda financeira com a negociação realizada com valores muito abaixo da realidade imobiliária da região. Não aguentamos mais essas atitudes por parte de nossos governantes. Acorda São Paulo.

  68. Dalva Regina Pereira Annibal em disse:

    Não foi feita divulgação junto a comunidade suficiente, por se tratar de um projeto tão abrangente como este, que vai trazer muita gente nova para o bairro.
    O terreno da SPTrans tem muita contaminação, como será feita esta descontaminação?
    Como esta o planejamento da mobilidade urbana?
    Novas estruturas de saúde e educação para atender esta nova população?

  69. Dalva Regina Pereira Annibal em disse:

    Se temos vários planos para a implantação deste PIU, porque só estão focando no Plano A, quando o Plano B é muito mais viável do ponto de vista para toda comunidade envolvidas.

  70. Ricardo Werebe em disse:

    O projeto é ruim e mesmo diante de diversos cenários, sempre foi focado apenas no cenário A sem sequer fazer um estudo aprofundado dos demais. A alternativa encontrada é muito ruim, tanto para a comunidade que será deslocada e dividida como também para os habitantes que já moram na região. Essa última ideia de se fazer em 2 etapas deixa ainda o projeto mais nebuloso, pois estamos concordando com algo que não sabemos como será feito em uma segunda fase. Acho o projeto ruim, mal elaborado e que atende exclusivamente ao interesse privado. Várias dúvidas ainda existem como prejuízo causado a prefeitura, descontaminação do terreno, erários e etc.

  71. RUBIANA C OLIVEIRA FREITAS em disse:

    Como moradora do bairro não sou a favor desse projeto, pois estamos falando de um terreno que além de estar contaminado, não é um local ideal para que tal projeto seja realizado. O que observamos é que não há qualquer transparência para a execução do projeto, e tudo indica que apenas está prevalecendo o interesse privado, no caso o da Votorantim, que vai se beneficiar com a liberação do terreno para construção de empreendimentos próprios onerando a população e a prefeitura, ou seja, mais um descaso com a população em relação ao terreno contaminado.

  72. Irene Diniz em disse:

    Gostaria de deixar claro sobre a questão ambiental deste terreno contaminado? Qual o valor do custo para descontaminar? Empresas de engenharia visão lucro como qualquer negocio! Mas até que ponto chegamos com um investimento em um terreno contaminado? Meu voto seria mais ecológico e sensato podendo criar uma área verde no local!

  73. Marina soares em disse:

    Qual o motivo da prefeitura não analisar outras possibilidades de cenário para a implementação do PIU? Não há detalhamento de investimentos previstos para o perímetro do PIU. Corre-se o risco de ter um adensamento populacional na Vila Leopoldina sem qualidade, sem o devido investimento do poder público (escolas,creches,posto de saúde,policiamento) pois todo o cidadão brasileiro tem o direito a esses benefícios.

  74. Marina soares em disse:

    Não há detalhamento de investimentos previstos para o perímetro do PIU. Corre-se o risco de ter um adensamento populacional na Vila Leopoldina sem qualidade, sem o devido investimento do poder público (escolas,creches,posto de saúde,policiamento) pois todo o cidadão brasileiro tem o direito a esses benefícios.

  75. Maria Encarnación Vázquez Suárez Iha em disse:

    Há muitas dúvidas que não são esclarecidas. Como se pode utilizar um terreno continuado para construir um conjunto habitacional?
    A prefeitura vai gastar nosso dinheiro para beneficiar empresas privadas.
    A prefeitura não pesquisou outras possibilidades . Não foram apresentados argumentos técnicos nem fundamentação econômico-financeira sobre o projeto.

  76. Ronnie Baggio em disse:

    Primeiro devemos ter um estudo da possibilidade de urbanização no local aonde estas famílias ja estao morando. Porque a mudança? Quais sao os interesses envolvidos? Creio que seja mais um empreendimento para atender interesses econômicos.

  77. Sandro Santos em disse:

    Um assentamento desses no bairro prejudica e muito a regiao. POr que nao fazer novas moradias ali mesmo onde estao?

  78. Mariana Botelho de Souza Barros em disse:

    O projeto ao meu ver só beneficia a Votorantim , pois se realmente o maior interesse foce melhoria de vida das pessoas da comunidade, seria feito um projeto de adaptação e moradia no local onde já estão e não deslocar para um terreno contaminado e no coração de um bairro que já esta saturado .
    Necessário e primordial ,pensar em escolas , creches , postos de saúde para o bairro Vila Leopoldina e não fazer um aglomerado de famílias em um terreno contaminado. Sem falar o mínimo de estudo e esclarecimento do projeto e sua execução , como essas famílias vão se sustentar quando o CEAGESP sair de lá ? Como vão pagar um IPTU ALTÍSSIMO ?

  79. Priscilla Santos em disse:

    A prática do perímetro de parcelamento está muito confisa e gera muitas dúvidas. Além disso, não se fala sobre como será realizada a descontaminação do terreno da SPTrans. Fora que, diante da nova modelagem, o dano aos cofres da Preferitura de SP será ainda mais preocupante.

  80. José Osvaldo cruz em disse:

    A maioria desses moradores trabalham no Ceasa que vai sair daquele bairro. Eles têm que irem para onde o Ceasa for

  81. CHRISTIAN L F GIACHETO MANTOVANI em disse:

    Projeto estilo TOP DOWN … opinião da maioria dos moradores da VILA LEOPOLDINA NÃO estão sendo ouvidas …
    Projeto feito por uma empresa privada VOTORANTIM que só pensa no lucros para ela …
    Quer EXPULSAR maioria dos moradores das comunidades do seu empreendimento e realocar e outro espaço, publico e gratuitamente !!!

  82. regina carvalho em disse:

    O terreno SPTrans é contaminado com substancias extremamente tóxicas e nocivas à saúde! Será que estão levando em conta isso?

  83. A Associação Viva Leopoldina vem a público mais uma vez denunciar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  84. Carlos Silveira em disse:

    Irresponsabilidade elevada à enésima potência.
    Basta verificar as doações de campanha da Votorantim nas últimas eleições que as doações empresariais eram permitidas. A maioria dos vereadores recebeu dinheiro da Votorantim e agora apoia o projeto, sob uma cortina de fumaça chamada de moradia social. São pilantras e vagabundos de toda ordem, que só querem atender seus próprios interesses, manipulam as comunidades carentes e simplesmente ignoram as demandas dos moradores da Vila Leopoldina – que pagam um IPTU absurdo para ter zero de retorno.
    Vagabundos! Vendidos!

  85. Manuela Carneiro em disse:

    Brumadinho = Vila Leopoldina
    Vale do Rio Doce = Votorantim
    Barragem = PIU Leopoldina
    Só não vê quem não quer!
    Interesses privados sendo colocados acima dos interesses públicos e ambientais. Ouçam a voz das ruas e o que demanda a sociedade!

  86. Fabio Cancelli em disse:

    Da forma como está, vários pontos críticos ficam pendentes: como se dará a ‘etapa II’ e a realocação das famílias em situação precária? Como se dará a descontaminação do terreno da SPTrans? Qual o propósito para a discussão do PIU Vila Leopoldina acontecer antes da discussão do PIU Arco Pinheiros que terá um impacto e escopo muito maior? Enfim, são muitos pontos em aberto e que têm grande impacto a todos. Da forma como está, claramente os interesses da grande empresa estão em primeiro plano – o que é melhor para a população, para o erário? Não importa discutir esses temas agora?

  87. Daniela Mesquita em disse:

    O projeto é falho e inconsistente. O terreno está contaminado e a proibição de antes para se fazer qualquer coisa lá era essa. No entanto, agora que uma empresa privada se propôs a construção de moradias populares, a descontaminação tornou-se uma questão fácil de se resolver. É óbvio que esta “facilidade” se da em razão da solução de um problema único da Votorantim, que conseguirá recuperar sua área, hoje ocupada por estas pessoas que ela quer transferir para qualquer lugar, a qualquer custo, mas longe das suas terras.
    Essas pessoas que serão transferidas estão cientes de valores que terão que arcar? Elas têm condições para tal?
    Só essas questões já merecem atenção. Sem necessidade de se alongar para as questões do bairro em si e seu moradores.

  88. Cristiane Barbosa em disse:

    Acho que deveriam avaliar outros cenários , que conhecemos e vimos que seria bem melhor para todos , mas para beneficiar uma empresa particular escolheram esse cenário , discordo totalmente

  89. Rafael Sanchez em disse:

    O PIU Arco Pinheiros somente agora, quando temos o Projeto de Lei, começa a conversar com o PIU Vila Leopoldina. Por qual motivo o PIU com menos proporção foi executado primeiramente? O terreno esta claramente contaminado. Assim como tudo no Brasil, o interesse de alguns vem a frente do da maioria. Movido pelo dinheiro.

  90. Rogerio Coura em disse:

    Deixo aqui as seguintes observações: há muitas duvidas na prática do perímetro de parcelamento. Como sera executado a descontaminação do terreno da SPTrans e quais as consequências para o local e entorno? Porque o PIU Arco Pinheiros iniciou as conversas com o PIU Vila Leopoldina somente agora (quando temos o projeto de Lei)? e qual a razão para execução do projeto de menor proporção primeiro?

  91. Ricardo Ornelas em disse:

    Descordo completamente!

    Como se vê há muito tempo neste país os interesses privados prevalecendo sobre o público. O interesse é somente da Votorantim em se “livrar” das comunidades no seu entorno, valorizar o seu terreno e jogá-los no centro da Vila Leopoldina sem nenhum cuidado, num terreno contaminado e sem a infraestrutura necessária.

    Hoje a densidade populacional na Vila Leopoldina já é muito alta. A prefeitura deveria se preocupar na implantação de hospitais, centros de reabilitação de drogados (existem muitos), creches, escolas de qualidade, postos da guarda municipal, etc.

    Já está na hora do poder público trabalhar em prol das pessoas e no desenvolvimento do país!

  92. Fernada Dias em disse:

    O Bairro Vila Leopoldina Esta em plena expansão. Estrategicamente bem localizado entre as marginais.
    Imagino que este tipo de obra nesta região deve desvalorizar o trabalho de revitalização que vem sido feito a alguns anos.
    Trabalho este que hje arrecada IPTU bem maiores, que subiu a qualidade de vida na região, que aumentou em muito o valor do m².
    Penso que deve fazer cair o valor dos imóveis, e até afastar investidores. Muito próximo dali existe um projeto de um grande centro tecnologico, o que deve valorizar mais ainda a região. Visto assim, penso que não seria interessante a construção de imoveis populares nesta região. Acho q o governo ganharia muito mais mantendo o progresso e revitalização começado.

  93. Elio Victal Ferreira Junior em disse:

    O projeto me parece que não ofereçe compensação justa aos cofres públicos. Podem ser ajuizadas ações no futuro.

    O terreno da SP Trans, como já é público e notório, está contaminado e não vejo proposta adequada de descontaminação.

    Por que motivo o PIU Arco de Pinheiros não teve a mesma ênfase do que o da Leopoldina. Me pareçe suspeito.

  94. Eduardo C. Oliveira em disse:

    Pra que tanto investimento na região por tantos anos, para agora botar pra correr os investidores ???

  95. Gislaine Neregatto Lima em disse:

    – Gostaria de saber qual o processo e eficacia da descontaminação do terreno?
    – Me preocupo com a modelagem do negocio e qual dano financeiro será gerado a Prefeitura;
    – Por qual motivo o PIU da Vila Leopoldina está sendo executado primeiro em detrimento do PIU Arco de Pinheiros, já que ele beneficiaria muito mais pessoas?
    – tenho duvidas quanto a prática do perimetro de parcelamento.
    – O IPTU da região é considerado alto, essas novas moradias vão fazer parte dessa cota?

  96. Luis Pereira Lima em disse:

    A prefeitura não analisará outras possibilidades de cenário para a implementação do PIU? Não há detalhamento de investimentos previstos para o perímetro do PIU. Corre-se o risco de ter um adensamento populacional na Vila Leopoldina sem qualidade, sem o devido investimento do poder público (escolas,saúde,segurança);
    O terreno é contaminado, qual o custo e eficácia do processo de descontaminação?
    A iniciativa privada manterá o conjunto habitacional incentivado por ela?
    A prefeitura aplicará o mesmo IPTU aplicado aos moradores da região?

  97. Luis Pereira Lima em disse:

    A prefeitura não analisará outras possibilidades de cenário para a implementação do PIU?
    O terreno é contaminado, qual o custo e eficácia do processo de descontaminação?
    A iniciativa privada manterá o conjunto habitacional incentivado por ela?
    A prefeitura aplicará o mesmo IPTU aplicado aos moradores da região?
    Quais investimentos estão previstos no que se refere a saúde publica, transito, escolas, creches?

  98. Por que somente agora o PIU Arco Pinheiros comeca a conversar com o PIU Vila Leopoldina. Por qual motivo o PIU com menos proporção foi executado primeiramente?

    Nao prejuízo ao erário público com isenção de impostos a empresas privadas que terão lucros imensos com o aumento do potencial de construção em seus terrenos invadidos há mais de 50 anos?

    Alem disso, os verdadeiros moradores do bairro não foram consultados sobre o projeto e os impactos que serão causados. Por que nao somos consultados. Por que temos que nos unir em grupos como o movimento Vila Leopoldina para Tofos, para lutar contra interesses privados e de pequenas minorias ?

  99. Celso em disse:

    Acho que a Vila Leopoldina já está densamente povoada e não comporta um empreendimento dessa dimensão
    A modificação no bairro deve ser gradual e antes deve ser definido e ocupado o espaço q hoje é ocupado pelo Ceagesp

  100. Willian Souza Melo em disse:

    O Bairro Vila Leopoldina Esta em plena expansão. Estrategicamente bem localizado entre as marginais.
    Imagino que este tipo de obra nesta região deve desvalorizar o trabalho de revitalização que vem sido feito a alguns anos.
    Trabalho este que hje arrecada IPTU bem maiores, que subiu a qualidade de vida na região, que aumentou em muito o valor do m².
    Penso que deve fazer cair o valor dos imóveis, e até afastar investidores. Muito próximo dali existe um projeto de um grande centro tecnologico, o que deve valorizar mais ainda a região. Visto assim, penso que não seria interessante a construção de imoveis populares nesta região. Acho q o governo ganharia muito mais mantendo o progresso e revitalização começado.

  101. Priscila Picarelli em disse:

    Todos sabemos que este terreno está contaminado, como e quando será feita a descontaminação?
    Com esta nova modelagem, torna-se preocupante o dano ao erário da Prefeitura, o projeto atende muito bem a Votorantim mas não ao interesse do poder publico.

  102. Rodolfo Padilha em disse:

    Não concordo com este projeto e ter meu imóvel e bairro desvalorizado.
    Não acredito ser viável colocar pessoas em um terreno contaminado.
    Não entendo a Prefeitura priorizar tanto Votorantin, e quanto ao IPTU, eles irão pagar o.mesmo valor que todos pagamos?

  103. Nathalia de figueiredo em disse:

    Acho lamentável está priorização do poder privado, colocar estaa pessoas em um terreno contaminado,outro descaso com a população.
    Deixem elas aonde estão e onde já detém a posse.
    Façam as melhorias para elas onde estão acostumadas e integradas

  104. Pedro Torres em disse:

    Sou 100% favorável à construção do projeto, dignidade é para todos, não somente para a classe média. Engraçado, aos que falam em ‘desvalorização’ do bairro, se nem as comunidades carentes de lá derrubaram o preço dos imóveis, por que é que moradias formais o fariam? Se toquem, adoram olhar para a Europa e tomar aquilo como perfeito, mas há diversos casos de habitações mais acessíveis em bairros mais valorizados, de projetos como este -que aliás tem uma arquitetura e um urbanismo bem interessantes, diferentemente desses blocos murados na cor bege cafonérrimos que hoje são a maioria dos condomínios no bairro.
    Que a prefeitura continue investindo em habitações para todos, próximas de serviços de qualidade, emprego e lazer; porque afinal, a cidade é para todos.

  105. Luís Antônio Alvarez Dalto em disse:

    O modelo apresentado contêm claras evidências de parcialidade por parte do poder público constituído. Participei da audiência pública realizada e nada foi levado em conta, todas as ponderações dos munícipes foram ignoradas. Os vereadores presentes se comportaram como advogados dos interesses empresariais do Grupo Votorantim.
    Espero que o interesse majoritário daqueles que serão afetados sejam considerados.

  106. renato nascimento em disse:

    Boa noite. Como morador da Vila Leopoldina me sinto pouco confortável sobre o projeto em questao. Esclarecimentos sao necessários sobre o terreno alvo do projeto no que tange a aspectos voltados a operacionalizacao da descontaminacao do terreno, bem como esclarecimentos sobre como funcionará o contexto do perimetro de parcelamento.
    Assim, é necessário que seja conduzido um debate claro com a sociedade sobre estes aspectos e outros que por ventura surjam no contexto da consulta pública antes de que qualquer acao ou empreendimento seja colocado em prática.
    No aguardo de acoes dos entes públicos para com a sociedade local. att.

  107. Cristiane Barbosa em disse:

    Discordo , só a Votorantim está ganhando ! As pessoas vão ter que pagar para sair de um terreno que já é delas !

  108. Silvia Bonfaim em disse:

    Não existe a menor clareza da prefeitura para com a população neste projeto. Existem vários pontos que tornam o projeto inviável: i) Prejuízo financeiro à prefeitura e população; ii) aumento da densidade populacional em uma região que não possui infra estrutura de escolas, creches e hospitais públicos sequer para os moradores atuais; iii) Região com elevado custo de vida e, portanto inapropriada para projetos similares; iv) interesses obscuros de empresas privadas; v) Falhas de projeto e pouca ou nenhum transparência sobre os cenários sugeridos; vi) terreno contaminado…enfim não há a menor possibilidade de um projeto como esse ter sucesso e será maléfico para todas as partes envolvidas

  109. Cristina lordello em disse:

    Porque a prefeitura descartou os Cenários B, C, D e E, previstos no caderno original do PIU, não foi esclarecido. Não foram apresentados argumentos técnicos e fundamentação econômico-financeira sobre o tema.
    Dessa maneira, foi necessária a indicação do Perímetro Expandido, que considera agora as demais ZEIS do projeto. O Perímetro Expandido, inclusive, não é destacado nos mapas do PL em momento algum, além de ser algo novo diante do PDE, que não contava com essa indicação. Não há detalhamento de investimentos previstos para este perímetro. É uma maneira apenas para buscar lotes para edificação dos HIS, que receberam as famílias que não permanecerão no Período de Adesão.

  110. Maria Teresa Alvarez Lourido em disse:

    O transito do bairro é pesado e lento, os ônibus lotados e o trem super-lotado e pretende-se construir 776 unidades habitacionais? A malha de transporte pode até ser de grande capacidade mais já está sub-dimensionada para a população atual do bairro. Acho que deveria ser feito um estudo melhor sobre a capacidade do bairro para absorver e servir essa concentração populacional adicional.

  111. João Alberto Malpetti em disse:

    A meu ver a insistência em propor a utilizacao do terreno da SPTrans tem a ver apenas com o resultado econômico da operação, tentando viabilizar as contas e não com a saude das familias que futuramente vao habitar a area.
    A conta da saude publica é outro departamento..

  112. Wagner barbosa em disse:

    A prefeitura está interessada apenas na parte comercial , se tivesse preocupada com as pessoas , já teria apresentado os laudos ,para que fosse possível checar a viabilidade da alteração do uso do terreno, no mínimo, já deveria ter sido apresentado à análise da CETESB um Plano de Intervenção para Reutilização da Área Contaminada analisando a possibilidade de se usar o terreno para fins residenciais e, então, a CETESB deveria ter se manifestado antes da aprovação do Projeto Lei. Nenhum desses procedimentos ocorreu.

  113. Denise Joda da Costa e dilvs em disse:

    Sejamos sensatos, não existe a possibilidade de termos um projeto desses aqui, não por conta de preconceito aos menos desfavorecidos, mas por respeito aos que investiram aqui, aos que pagam impostos altos, e que pagaram o preço do M2 em seus imóveis, se essa era a intenção não arrecada se valores absurdos de impostod

  114. Denise Joda da Costa e dilvs em disse:

    Sejamos sensatos, não existe a possibilidade de termos um projeto desses aqui, não por conta de reconceito aos menos favorecidos, mas por consideração aos moradores que pagaram iptu altíssimos, e pagaram pelo M2 para morarem aqui, e no bairro não é iste infraestrutura para tantas pessoas , trata se de um bairro caro, de custo de vida alto.

  115. Murilo Murrer em disse:

    Obviamente um interesse imobiliário de uma grande e duvidosa empresa, com um governo que geralmente se vende por pouco. Não estão pensando no coletivo. Vão colocar pessoas carentes em um terreno contaminado, e com custo de vida acima do normal… e isto apenas para livrar um terreno para “tal” empresa construir empreendimenos com alto lucro… lamentável!!!

  116. Renata Molina em disse:

    – Como será a prática do Perímetro de Parcelamento??
    – Como será realizada a descontaminação do terreno da SPTrans??
    – E as finanças da Prefeitura? Extremamente preocupante essa nova modelagem!
    – Por qual motivo o PIU (Pinheiros) com menos proporção foi executado primeiramente?

  117. Carlos Peluso em disse:

    Parece que o projeto foi feito para atender interesses de uma empresa privada e não o desenvolvimento do bairro ou de quem já esta no local. Por que deslocar as famílias que já estão assentadas? Por que alocar pessoas em um terreno sabidamente contaminado? Por que não regular e reorganizar o que já está feito ao invés de fazer algo novo (e que sabidamente irá desvalorizar empreendimentos urbanos já prontos, regulados e organizados)?
    Parece que estão transferindo o problema para outro lugar, ajudando a Votorantim a melhorar uma area e prejudicando as famílias (5000 ?) da Vila Leo!
    Sou absolutamente contra!

  118. Anna K. Vieira em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  119. marcos em disse:

    sou contra a implementacao das 776 unidades na imperatriz leopoldina.
    trata-se de uma avenida estreita, onde esperavamos da prefeitura equipamentos para atender os milhares de cidadaos que se mudaram para la.
    centenas de predios foram contruidos na vila lepoldina, e nao temos um hospital por exemplo; IPTUS da regiao muito acima de qualquer espectativa. veja os imoveis comerciais por exemplo. iptus altissimos, onde os comercios pelejam para se manterem abertos.

    outra pergunta. porque essas unidades nao sao construidas no proprio local onde hoje estao as comunidades? este terreno vale milhoes. pq a prefeitura nao vende, e com isso controi na propria comunidade?
    poque a prefeitura abrira mao de tanto imposto, liberando a votorantin para construir acima do estipulado em lei?

  120. Michelle Ramos Garcia em disse:

    Bom dia.
    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  121. Paulo Cezar Malatesta em disse:

    Não apoio este tipo de empeendimeto no bairro.. caso isso aconteça saio da Vila Leopoldina imediatamente..o IPTU por lá já está o olho da cara ..quase 5 mil reais ..um.bairro classe média com impostos classe alta…

  122. lucy em disse:

    acho que deveriam construir as unidades no proprio local onde hoje estao instaladas as comunidades.
    passar as comunidades para a av imperatriz leopoldina, e deixar aqueles terrenos na frente do villa lobos para a votorantin, alem de abrir mao de todo o imposto para construcao acima da area regulamentar so demonstra interesses que necessitam serem investigados.
    a prefeitura deveria vender o terreno da imperatriz e construir no proprio local de onde estao, nao alterando a vida da comunidade como um todo.

  123. denise em disse:

    sou contra.
    como aceitar um projeto totalmente obscuro.
    porque prefeitura abre mao de tantos impostos, e cede o terreno da imperatriz para a votorantin? e libera deles contruirem predios enormes onde deveria ser implementado os predios para as comunidades?
    poque nao se constroi no mesmo local da comunidade?
    leopoldina tem o iptu altissimo. prefeitura ira revisar e diminuir os iptus do pessoal da lepoldina? (contrapartida assim como ela esta fazendo com a votorantin). abrindo mao de impostos?
    pra variar.. tem coisa estranha.. mas as proximas eleicoes esta por vir.. vide as mudancas no governo federal.. subda lapa.. veremos nossa opiniao serem refletidas nas urnas em breve..

  124. Fábio Zapola Vellardo em disse:

    Gostaria de questionar as irregularidades contidas neste PIU.
    Todo o processo participativo valida um plano feito a portas fechadas,e depois é apresentado em 2 únicas audiências públicas.
    O conflito social é utilizado apenas como pano de fundo para encobrir os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, sendo:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público, sendo que, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    f) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes.
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  125. Isis em disse:

    O bairro Vila Leopoldina não tem condições estruturais de receber esse volume de pessoas, temos um problema constante de congestionamento no bairro em virtude do alto volume de moradores e vias subdimensionadas e pouco preservadas (muitos buracos), a linha e estação de trem próxima está sobrecarregada e pouco preservada, os trens são velhos e lentos, a estação é pequena chegando a formar fila nas escadarias para poder passar pela catraca, temos vários pontos de alagamento que chegam a fechar complementante o acesso à regiões no bairro, bem como uma rede elétrica insuficiente e instável (frequentemente falta luz na região em virtude de chuva). As calçadas estão frequentemente sujas e esburacadas. Os serviços públicos como creches, postos de saúde e hospitais são insuficientes, quando existem.
    Antes de considerar a realização de um projeto como este, é necessário garantir que a região tem condições de comportar essa população, e o bairro Vila Leopoldina não está preparado para isso. A infraestrutura não atende a população que reside no bairro atualmente e não está claro se existe um plano para resolver essa situação.

  126. Ana Paula Fernandes Abrahão em disse:

    Questiono as irregularidades contidas neste PIU, EMPURRADO GOELA ABAIXO da população.
    Esse processo que se diz participativo está servindo apenas para VALIDAR um plano ditatorial apenas APRESENTADO à população em 2 audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para LUDIBRIAR uns poucos em detrimento de graves prejuízos ao erário e a toda a população residente do entorno.
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado.
    A população da Vila Leopoldina está atenta e REPUDIA VEEMENTEMENTE tudo isso.

  127. Jeferson Assis em disse:

    Sou totalmente favorável! Este projeto precisa alinahar as demandas atuais da sociedade e moradores do bairrro, sem contudo impactar no uso adequado do espaço urbano. Deve garantir a melhoria tecnológica sem afetar a qualidade de vida.

  128. Elaine Lopes da Silva em disse:

    Na verdade este projeto visa apenas o interesse de grandes grupos, sem levar em consideração que estas pessoas vivem neste local há anos e não há nenhuma garantia que se acostumarão a uma nova área. Há que se considerar também os transtornos com relação a mobilidade na nova área proposta. Por este motivo, e pela falta de segurança sou contra o projeto

  129. Daniel Lourenci Rodrigues da Silva em disse:

    Esse projeto na minha opinião, não está de acordo com o entorno!
    Como ficará o valor do IPTU do condomínio do outro lado da rua? Vai baixar?
    Já deram solução para o terreno contaminado? Ou não estão pensando na saúde das pessoas?
    Como ficará o custo de vida para essas pessoas, uma vez, que ao redor o preços das coisas é o dobro? Já pensaram nisso?
    Obrigado!

  130. Conceição Banietti em disse:

    O adensamento populacional sem planejamento, vai prejudicar a região ou seja , tentam consertar um lado e prejudicam o outro! Essa experiência já foi feita com o Cingapura Madeirite e o resultado está aí pra conferir, uma Cracolândia e ponto de venda de drogas!
    A preocupação é que essa população não está preparada para assumir as despesas de um condomínio, assim a pura transferência para o centro da V. Leopoldina já congestionada, só vai transferir o problema!
    O ideal é dividir essa população por várias áreas!

  131. Vitor pires em disse:

    Um absurdo o que estão propondo para o Bairro, trazer invasores de imóveis para o Centro do Bairro. A pessoa invade o imóvel dos outros e ainda fazem projeto para dar de graça casa em local super valorizado, causando prejuízos ao cidadão que trabalhou para comprar o seu imóvel num num Bairro que vinha se desenvolvendo a todo Vapor.
    Ai chega o todo poderoso órgão público para acabar com tudo. Desrespeitando a opinião da grande maioria do Bairro e Cidadoes de Bem contribuintes de impostos e geradores de empregos. Nao entendo está irracionalidade nao entendo porque um plano tão incorreto, cheio de questionamentos que nao ira resolver o problema de ninguém nem dos moradores das comunidades pois ficarão perdidos no meio do Bairro e com certeza esta atirude que estao propondo só gerará mais conflitos para o governo ter de administrar. Na minha opinião esta sendo feito a maior irracionalidade social e arquitetonica que já Vi infelizmente, nao estao agindo com a razão nao da pra entender tanta gente inteligente propondo um projeto destes.

  132. Mariana em disse:

    Questiono fortemente as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  133. Fabio Miranda em disse:

    É incompreensível o fato da Prefeitura não ter analisado outras possibilidades de cenário previstas no caderno original do PIU. Não foram apresentados argumentos técnicos para a preferência por um terreno contaminado, em detrimento de outras possibilidades dentro do bairro.Não há esclarecimento de como e o terreno será descontaminado. Além disso a fixação de valores para a opção de venda da Fase 2 faz com que a cada ano o poder público perca e fique mais atrativo para o setor privado em função do impacto inflacionário. Benefício é o que não falta aliás para os agentes privados que obterão um Potencial Adicional Construtivo com valor imensamente superior ao investimento em contra-partidas e cujo conceito está diferente do conceito legal previsto no Plano Diretor Estratégico – PDE. Um absurdo completo!

  134. Ernesto Gelbcke em disse:

    Não cincorporação com esse projeto, pagamos muito imposto para ter nosso entorno desvalorizado, onde lamentavelmente sabemos que essas pessoas não terão condições de manter o condomínio e se transformará em um novo cingapura

  135. 1) Não tenho total compreensão da Prática do Perimetro de parcelamento. Muitas dúvidas!!!!
    2) Não está claro o modoe como será realizada a descontaminação do terreno da SPTrans? Assunto muito perigoso.

  136. WALTER CARDOZO FILHO em disse:

    O terreno é contaminado e não entendi como será feita a descontaminação e qual é o prazo. Esse terreno tem um valor muito mais elevado do que outros há menos de 2 km no Jaguaré, pq nunca foi considerado vender esse terreno e usar o recurso para atender muito mais famílias?

    • Roberto em disse:

      As razões de ser contra, estão listadas abaixo e ne representam:

      Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
      a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
      b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
      c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
      d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar de outras famílias em condições precárias;
      Nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
      e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
      f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
      g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
      h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
      i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
      Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.Bom dia Pessoal! Hoje é o prazo final pra gente se manifestar sobre o PIU Leopoldina. É só entrar no link abaixo, ir até o final da página, preencher seus dados e copiar e colar a manifestação abaixo.
      Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
      a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
      b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
      c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
      d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
      d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
      e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
      f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
      g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
      h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
      i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
      Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  137. Mirela Pierre em disse:

    DESCORDO COMPLETAMENTE DESTE PROJETO ABSURDO!
    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  138. Adinoela Bergamaschi Gregio Carvalho em disse:

    Qual o real motivo de se fazer um projeto deste porte para o bairro com tanta pressa, sem ouvir a população e sem apresentar detalhes convincentes. O projeto não está claro, está incompleto, feito aparentemente às pressas com o intuito de ser aprovado. É necessário discutir os outros cenários que estão em vigência. Porque não discutir primeiro sobre o Piu Arco de Pinheiros se o Piu Leopoldina seria um subsetor dele? Onde está o detalhamento dos investimentos previstos sobre custos e de que modo será feita a descontaminação do solo?

  139. Adinoela Bergamaschi Gregio Carvalho em disse:

    Um projeto deste porte para o bairro com tanta pressa, sem ouvir a população e sem apresentar detalhes convincentes?? O projeto não está claro, está incompleto, feito aparentemente às pressas com o intuito de ser aprovado. É necessário discutir os outros cenários que foram apresentados originalmente. Por que o PIU Leopoldina foi colocado à frente do Piu Arco de Pinheiros se este último é mais abrangente? Onde está o detalhamento dos investimentos previstos sobre custos, tempo e de que modo será feita a descontaminação do solo? Já não bastam os acidentes com o meio ambiente noticiados todos os dias? Quem é o responsável pela descontaminação do terreno da SP Trans? Aonde está o Ministério Público para investigar os envolvidos nos orgãos públicos e privados?

  140. Rosimar da Silva Cabral em disse:

    Absurdo total, traria muita insegurança para nosso bairro.
    Estão visando apenas interesse econômicos.

  141. Sandra Maria Marques da Costa em disse:

    Bom dia Pessoal! Hoje é o prazo final pra gente se manifestar sobre o PIU Leopoldina. É só entrar no link abaixo, ir até o final da página, preencher seus dados e copiar e colar a manifestação abaixo.
    https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-consulta-publica-para-o-piu-vila-leopoldina-villa-lobos-2/
    Copiar e colar a sugestão abaixo:
    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiroks. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  142. Deise Paiva em disse:

    Bom dia Pessoal! Hoje é o prazo final pra gente se manifestar sobre o PIU Leopoldina. É só entrar no link abaixo, ir até o final da página, preencher seus dados e copiar e colar a manifestação abaixo.
    https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-consulta-publica-para-o-piu-vila-leopoldina-villa-lobos-2/
    Copiar e colar a sugestão abaixo:
    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  143. eduardo de setti alves em disse:

    Esse PIU é a maior desvio publico dos ultimos ano sem São Paulo.
    Alem disso todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas.
    O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  144. Selma Granai em disse:

    Como moradora não concordo com esse projeto devido
    a enes motivos, mas o que está mais em evidência é o
    da contaminação do solo, a desculpa que estão dando
    que é guerra de classes sócias é só pano de fundo, pq
    o real motivo mesmo é um só interesses $$$$, e que se
    dane vidas humanas, tanto a de quem vai morar no solo
    contaminado, qto a de quem já mora no entorno. Agora
    já que a Votorantim quer tanto seu terreno de volta que
    faça da melhor maneira, indenize cada morador, assim
    cada um compra sua moradia onde quiser e pronto, pq
    do jeito que estão querendo fazer fica muita fácil para
    ambas as partes,

  145. Denise Monteiro em disse:

    Questiono as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo imposto a população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para camuflar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta e unida.

  146. Joao Pedro Oliveira em disse:

    Mas o terreno foi descontaminado?
    Como fica a questão do iptu, moradores do bairro pagam uma fortuna

  147. Patricia oliveira em disse:

    Projeto que so beneficia a Votorantim
    Um absurdo!
    Querem colocar essas familias em terreno contaminado

  148. Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  149. Leonardo Nuncio Romano em disse:

    A maioria dos contribuintes da regiao da Vila Leopoldina não quer o projeto do PIU. Todos os imóveis do bairro serão desvalorizados e só a Votorantim vai ganhar..além do mais depois que o Ceagesp sair, os moradores vão fazer o que – já que s maioria deles trabalha por lá…

  150. Edison Eduardo Monteiro de Barros por ASSAMPALBA - Assoc de Amigos e Moradores Pela Presevação do Alta da Lapa e Bela Aliança em disse:

    Em consenso com as Associações de Bairros contíguos à Vl Leopoldina e portanto sujeitos às mesmas consequências, a ASSAMPALBA vem a público denunciar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado à população desta região da Zona Oeste de SP. Todo o processo participativo tem servido somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas e não considerando os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, quais sejam:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina e região está atenta a isto.

  151. Lucia Baez em disse:

    As irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  152. Hellen Simone P. de Moura em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    e) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    f) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    g) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    h) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    i) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    j) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  153. Ana Paula - Movimento Vila Leopoldina para Todos em disse:

    É lamentável a postura da Prefeitura em não ouvir os moradores do bairro.
    É lamentável a postura da Prefeitura em não se preocupar no bem estar das famílias a serem transferidas de uma área que moram há 50 anos, para uma área que ninguém tem um laudo sequer sobre o grau de contaminação do solo.
    É lamentável a Prefeitura não defender os interesses da população, que paga seus impostos em dia, em detrimento do interesse privado.
    É lamentável a postura da Prefeitura e da Votorantim em ignorar que as famílias que moram nas comunidades da Linha e do Nove têm direitos adquiridos – usucapião do terreno, por exemplo.

  154. Ana Paula Franza Campos em disse:

    Sou totalmente contrária ao piu Vila lobos porque o terreno ainda não foi liberado pela Cetesb referente a contaminação.
    Me pergunto ate quando nesse pais a cobiça faz com que tragédias sejam instauradas. Vide exemplo do que vemos hoje nos noticiários.
    Outro ponto importante é quanto a lei de responsabilidade fiscal que é totalmente impactado para os futuros prefeitos devido aos descontos oferecidos.
    E para finalizar existe sim uma outorga onerosa onde o valor de leilão cai absurdamente ( casa dos 20%) do valor de mercado.
    Só existem pontos negativos para a maioria e um benefício para uma minoria. É assim que acontecem as tragédias anunciadas nesse pais

  155. Patrícia Aldrighi em disse:

    Bom dia Pessoal! Hoje é o prazo final pra gente se manifestar sobre o PIU Leopoldina. É só entrar no link abaixo, ir até o final da página, preencher seus dados e copiar e colar a manifestação abaixo.
    https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-consulta-publica-para-o-piu-vila-leopoldina-villa-lobos-2/
    Copiar e colar a sugestão abaixo:
    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  156. Fernanda Paiva em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiroks. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  157. Danielle Almeida Izidoro em disse:

    O projeto vem sendo questionado no detalhe e ainda tem muita coisa que não faz sentido, está mal explicado ou entre linhas obscuras, uma delas é a qualidade do terreno, mas aqui no Brasil, depois de duas tragédias ambientais por erro humano e interesses particulares, isso ninguém dá valor. Outro fator é a questão da valorização desse terreno da SPtrans, quem vai pagar por isso? Os moradores estão pagando caro para morar aqui.
    O bairro está super movimentado com carros e pessoas, e será que teremos uma reestruturação do bairro para receber tantos moradores a mais?E a segurança, estará garantida?
    O pessoal da comunidade realmente precisa de uma moradia descente, mas é muito importante tudo ficar claro para eles. Eles sabem que terão um custo de condomínio mensal? Eles sabem o quanto custa manter um prédio? Será que alguns dos motivos que os fazem querer sair dalí (falta de segurança, tráfico de drogas entre outras coisas) virão junto com eles? E os comércios irregulares? Ou eles serão consumidores dos comércios já existentes no bairro?E o IPTU desse terreno? A prefeitura vai abrir mão desse recebimento? E quando o CEASA sair do bairro, onde essas pessoas trabalharão?
    Enfim… Muitas dúvidas de isso seria viável.

  158. Mariana zimon em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  159. Aristóteles Guimaraes em disse:

    Novamente estão ignorando o fato da contaminação, ignorando pesquisas e análises por benefícios financeiros, resumindo tem muita gente ganhando em cima e como é de costume no Brasil, alguém será penalizado e não será a prefeitura ou a Votorantim… temos casos recentes onde o dinheiro decide sobre a questão humanitária (Mariana e agora recentemente BRUMADINHO) que em breve, os moradores estarão doentes, debilitados mas segundo a prefeitura “fica tranquilo que não contamina não… nem está tão contaminado assim”. Essa questão toda, de longe é a favor dos moradores, seja dos que estão sendo transferidos, seja de quem já está lá. Mas é claro, colocar esse pessoal próximo das residências nos que ajudaram nessa decisão, sem consulta, não querem né? Por que não usar esse terreno de outra forma? Construir uma comunidade ali não faz sentido algum, qualquer um com um mínimo de discernimento, não faria isso.

  160. Luiz Augusto Pavao em disse:

    Esse projeto só é de interesse da Votorantim que quer seus terrenos que hoje estão ocupados (e os moradores de lá, já tem o usucapião) de volta, para lucrar com grandes empreendimentos imobiliários no futuro, onerando a população e o caixa da prefeitura.

  161. Juliana Camargo em disse:

    Absurdo esse empreendimento no nosso bairro.
    Sou contra e ratifico varias manifestações e pareceres contrários, pois vai desvalorizar a região.

  162. Debora Soraya Orenga em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  163. Debora Soraya Orenga em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  164. Fabiana Gomes em disse:

    Não tenho nenhum preconceito em relação as pessoas carentes que viriam ser nossos novos vizinhos. Mas tenho uma duvida, este ano meu Iptu é de R$ 9.000,00 como seria divido esta conta de Iptu ? Sera que as pessoas com menos de 3 salários mínimos conseguiriam pagar o Iptu e outros impostos ? A prefeitura tem algum planejamento para estes impostos ?

  165. Fabio Krasiltchik em disse:

    Sou totalmente contra, temos que dar um basta no jeitinho Brasileiro, onde grandes empresas para aumentar seus lucros querem manipular a população com falsas promessas. Podemos sim, fazer um projeto que seja bom e sustentável para todos.

  166. Carla Caleffi em disse:

    Impossivel dar certo, como essas familias pagarão o condominio, conserto de elevadores entre outras coisaa pertinentes a um condomínio desse porte???
    Alem da desvalorização dos imoveis que oagam tanro de iptu!!!

  167. Juliana Aparecida Antunes Ferreira em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  168. Ricardo Manso em disse:

    Questionar as inconsistências contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  169. Bruno Perim em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  170. Aniella Parziale Navarro em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    e) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    f)ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    g)prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    h) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    i)Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    j) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  171. Bianc em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  172. Priscila em disse:

    Acredito que existam algumas irregularidades no Piu, as quais gostaria de questionar.
    Primeiramente este plano já foi feito, a portas fechadas, agora aparecendo para audiencia somente 2 vezes.
    Fico horrorizada com o disfarce para conseguir executar este plano que só oferece vantagem a empresas e governo, marginalizando a população, tanto carente como a que já vive em torno com condições financeiras melhores. TODOS os moradores da Vl Leopoldina serão prejudicados, pois acredito que a população carente está sendo manipulada a acreditar que existe uma briga social à frente disso, o que não é verdade. Sinto muito em ver os verdadeiros beneficiados esconderem-se atrás de tamanha mentira! Inflando os vizinhos a brigas e discórdia.
    -Os verdadeiros beneficiados OCULTAM a verdade sobre as áreas de construção que estão contaminadas. NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM gostaria de ver os vizinhos morando em áreas que podem trazer GRAVES DOENÇAS, PREJUIZO PARA A SAUDE. A parte de melhor condição financeira NÃO SE SATISFAZ E NÃO SE APRAZ vendo a população carente morando em terreno INSALUBRE.
    -quando a ZEIS1 é extinguida: terreno que vale R$40 milhoes. Quem tem real interesse nesse terreno? Não seria mais inteligente reurbanizar o que já está sendo usado?
    Essas entre outras questões que não são totalmente esclarecidas!!!
    Expliquem a comunidade e deixem de lado esse discurso atrasado de rico X pobre!!!

  173. Jeferson Florencio em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver: a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE; b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias; c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente; d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias; d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança; e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos; f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos; g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes; h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018); i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica). Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  174. Karina Jubilato em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  175. Marcos Luiz em disse:

    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  176. Luciana em disse:

    Bom dia Pessoal! Hoje é o prazo final pra gente se manifestar sobre o PIU Leopoldina. É só entrar no link abaixo, ir até o final da página, preencher seus dados e copiar e colar a manifestação abaixo.
    https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/noticias/prefeitura-lanca-consulta-publica-para-o-piu-vila-leopoldina-villa-lobos-2/
    Copiar e colar a sugestão abaixo:
    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  177. Monica em disse:

    Copiar e colar a sugestão abaixo:
    Venho questionar as irregularidades contidas neste PIU que vem sendo empurrado goela abaixo da população. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito a portas fechadas e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. O conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  178. Monica em disse:

    Parece que existem algumas irregularidades contidas neste PIU, que está sendo planejado de forma forçada, onde todos devem ser obrigados a aceitar. Todo o processo participativo serve somente para validar um plano feito sem as devidas participações e depois apresentado em 2 únicas audiências públicas. Aparentemente, o conflito social é utilizado como pano de fundo apenas para disfarçar os graves prejuízos ao erário contidos na proposta do PL, a ver:
    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado. A população da Vila Leopoldina está atenta a isto.

  179. Vitor pires em disse:

    Venho questionar o seguinte:

    Existem mesmo os problemas abaixo no projeto!???

    a) supressão de ZEIS 1 no local onde se encontram atualmente as comunidades da Linha e do Nove, contrariando o disposto e conquistado no PDE;
    b) utilização de área contaminada (antiga garagem da CMTC) para assentamento de 400 famílias;
    c) ao suprimir a ZEIS1 utilizam 1/3 de um terreno público no valor de R$ 40 milhões. Não há necessidade, basta reurbanizar onde se encontram atualmente;
    d) descontos agressivos no valor da outorga onerosa correspondentes a algo como R$ 346 milhões de reais, o que daria para assentar milhares de outras famílias em condições precárias;
    d) nenhum estudo de impacto ambiental ou de vizinhança;
    e) ao descontar um faturamento em impostos que viriam nos próximos 20 anos ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal, prejudicando o mandato de futuros Prefeitos;
    f) prejuízo social ao desmembrar as comunidades que ali habitam há mais de 50 anos;
    g) O PIU Leopoldina somente agora conversa com o PIU Arco Pinheiros. Por que foi dada prioridade a um PIU menor? Isto só favorece aos proponentes;
    h) Se a Prefeitura iria faturar algo como R$ 456 milhões em outorga onerosa, porque abre mão de algo como R$ 346 milhões? (baseado nos números passados pelo Sr. Marcelo Ignatios Superintendente da SPURBANISMO na última oficina econômica de 2018);
    i) Existe a outorga onerosa, por que a Prefeitura inventou outro nome “Potencial Adicional Construtivo?”. Isto é outorga onerosa. Outorga onerosa custa caro e todo cidadão ou empresa paga algo como R$ 1600 a R$ 1400 o metro quadrado. Não justifica trazer para a casa dos R$ 350 no primeiro leilão e R$ 135 no segundo (baseado em informações da SPURBANISMO na última oficina econômica).
    Trata-se de enorme prejuízo ao erário e há enorme desequilíbrio entre os interesses públicos e o privado.

    Peço atenção aos quesitos apontados.

    Grato.